sexta-feira, 26 de novembro de 2021

EQUIPE HONDA RACING CONVOCA O LAVRENSE DÁRIO JÚLIO PARA O IBITIPOCA OFF ROAD

Além dos atletas de enduro de regularidade Dário Júlio, Thiago Veloso e Tiago Wernersbach, Bruno Crivilin e Vinicius Calafati se juntam ao time na tradicional prova da modalidade
Mineiro Dário Júlio, da equipe Honda Racing, busca quinto título da carreira no Ibitipoca Off Road

A equipe Honda Racing disputa neste fim de semana, nos dias 26 e 27, a 31ª edição do Ibitipoca Off Road, em Minas Gerais. A tradicional prova de enduro de regularidade contará com a participação da equipe Honda Racing com os pilotos Dário Júlio, Thiago Veloso e Tiago Wernersbach, que já representam o esquadrão vermelho na modalidade. Além deles, Bruno Crivilin e Vinicius Calafati completarão o time.

Serão 459 quilômetros de percurso no total, em dois dias de competição. A largada no sábado, dia 27, será em Juiz de Fora, com passagem por Lima Duarte e chegada em Conceição do Ibitipoca. No domingo, dia 28, os participantes farão o trajeto no sentido contrário.

Tetracampeão do Ibitipoca Off Road, Dário Júlio completa 20 anos de evento. “Minha primeira participação foi em 2001. O Ibitipoca é realizado em uma região muito bonita, um lugar preservado, com cachoeira, trilha e muita natureza. O lugar é bem bacana e a prova, bastante técnica”, conta o mineiro, que vai defender o título na categoria Brasil, com a motocicleta Honda CRF 250F. Ele também é campeão na Over 40 e bicampeão na Master.

Na mesma categoria, Tiago Wernersbach fará sua estreia na competição. “É a minha primeira vez no Ibitipoca Off Road e a expectativa é grande. A prova é de enduro de regularidade, uma modalidade que ainda estou me adaptando. Já fiz três provas neste ano - Rally Piocerá, Enduro da Independência e um regional, no Capixaba. Ter o Dário Júlio comigo na categoria vai me auxiliar bastante nessa evolução”, diz o capixaba, que também vai acelerar a CRF 250F.

Pela Master, Thiago Veloso espera conseguir um bom resultado na prova. “Neste ano o Ibitipoca Off Road será bem disputado, com muitos pilotos na categoria principal. Tenho treinado bastante com a CRF 250RX, que está excelente. Na semana passada, participei da última etapa do Campeonato Carioca de Regularidade. Consegui vencer a prova e estou embalado para mais esse desafio”, ressalta o mineiro.

Bruno Crivilin e Vinicius Calafati também vão acelerar no Ibitipoca Off Road
Campeões brasileiros de enduro em 2021, Bruno Crivilin e Vinicius Calafati terão uma experiência de prova de regularidade no Ibitipoca Off Road. Depois de encarar a 4ª e 5ª etapas do Brasileiro de Motocross, Crivilin quer mais desafios.

“Um piloto tem que ser completo. Aprendi muito no motocross no último fim de semana e tenho certeza de que vou aprender um pouco mais no Ibitipoca. Depois, é só acrescentar tudo isso no enduro, que é a minha modalidade principal. Sempre que eu puder, quero experimentar modalidades diferentes”, explica o atual tetracampeão brasileiro de enduro na geral e na classe E1. Ele vai correr na Master e utilizará a mesma motocicleta que acelerou no Mundial e no Brasileiro de Enduro, além do Brasileiro de Motocross: a CRF 250RX .

Já Vinicius Calafati, que conquistou seu segundo título na E2 do Brasileiro de Enduro, fará a estreia no Ibitipoca Off Road. “É minha primeira prova de enduro de regularidade. Sei que o Ibitipoca é uma prova grande e estou muito contente com essa oportunidade. Tenho certeza de que vou me divertir bastante e espero não ficar perdido. Para isso, farei alguns treinos nesta semana para pegar o jeito da navegação”, completa. O piloto paulista utilizará a CRF 450RX e representará a equipe na classe Sênior.

Os pilotos da equipe Honda Racing que disputam o Enduro de Regularidade são patrocinados por Pro Honda, ASW, Michelin, Borilli, DID, Alpinestars e Seguros Honda.

Programação 31º Ibitipoca Off Road
Locais:
Juiz de Fora, Lima Duarte e Conceição do Ibitipoca - Minas Gerais

Sábado - 27/11
Juiz de Fora a Conceição do Ibitipoca (MG)
7h – Largada
15h – Chegada
Total 1º dia: 254,14 km

Domingo - 28/11
Conceição do Ibitipoca a Juiz de Fora (MG)
7h – Largada
14h – Chegada
19h – Premiação
Total 2º dia: 205,27 km

Total da prova: 459,41 km

*A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações.

DE 14 REGIÕES, APENAS 2 REGISTRARAM CRESCIMENTO NO NÚMERO DE CASOS DE COVID-19 EM MINAS


O boletim n° 49 (InCovid) da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) indica que, das 14 regiões de Minas Gerais, apenas duas registraram, na semana, crescimento no número de casos por habitante por dia: Leste e Oeste. Houve melhora desse indicador nas regiões Centro, Centro Sul, Jequitinhonha, Leste Sul, Nordeste, Sudeste, Triângulo Sul e Vale do Aço, que, na semana epidemiológica anterior (45ª), apresentavam crescimento e, na atual (46ª), registram diminuição. A média geral para o estado apresentou diminuição, indo de 24,6 para 24,1.

Situação epidêmica da covid-19 em Minas Gerais (situação da média móvel em 22/11) = Minas Gerais iniciou a semana apresentando melhora, com tendência de queda na média móvel de novos casos, internações e mortes. Casos: Apenas a região Oeste registrou crescimento em novos casos, com estabilidade na Centro Sul, Jequitinhonha, Nordeste e Triângulo Sul e queda nas outras 9 regiões. A média móvel ficou em 637 casos por dia. Esse número é menor do que o registrado no início de junho de 2020, tendo a epidemia em Minas Gerais começado no início de março de 2020. Internações: O estado registrou média móvel de 49 internações. As regiões Centro Sul, Nordeste, Sudeste e Sul apresentaram tendência de crescimento nesta segunda-feira. As regiões Oeste e Triângulo Sul apresentaram estabilidade, e as demais regiões, queda. Óbitos: A semana iniciou com média móvel de 15 mortes por dia, com tendência de crescimento apenas na região Sul; estabilidade na Leste Sul e diminuição nas demais regiões.

Situação epidêmica no sul de Minas Gerais (situação da média móvel em 22/11) =
Casos: A média móvel ficou em 59 novos casos nesta segunda-feira. A semana iniciou com a região e todas as suas regionais apresentando tendência de queda. Internações: O Sul de Minas começou a semana com uma média móvel de 4 internações diárias. A região permaneceu com tendência de crescimento. A regional de Alfenas oscilou de diminuição para crescimento; a de Passos de crescimento para diminuição; a de Pouso Alegre permaneceu com crescimento e a de Varginha foi de diminuição para estabilidade. Óbitos: A média móvel ficou em 2 novos óbitos por dia na região sul, e a tendência oscilou de estabilidade para crescimento, resultado devido à permanência da regional de Alfenas em crescimento, a de Passos indo de estabilidade para crescimento e a de Varginha, que foi de diminuição para estabilidade. Permaneceu em diminuição de novos óbitos a regional de Pouso Alegre.

Situação nos 10 municípios sul-mineiros mais populosos (situação da média móvel em 22/11) = Casos: Em novos casos, os 10 municípios mais populosos do Sul de Minas Gerais iniciaram a semana com tendência de estabilidade em Varginha e Alfenas e diminuição nos demais (Poços de Caldas, Pouso Alegre, Passos, Lavras, Itajubá, Três Corações, São Sebastião do Paraíso e Três Pontas). Internações: Em novas internações, apenas São Sebastião do Paraíso apresentou tendência de crescimento; Poços de Caldas e Varginha, estabilidade e os demais, diminuição (Pouso Alegre, Passos, Lavras, Itajubá, Alfenas, Três Corações e Três Pontas). Óbitos: Todos os dez municípios apresentaram diminuição na tendência de novos óbitos.

Relação entre internações, casos e óbitos no sul de Minas Gerais = Considerada toda a pandemia, na região sul-mineira, o índice de internação por caso (IIC) permaneceu em 0,07 (a cada 100 casos ocorreram 7 internações) e o índice de óbitos por internação (IOI) em 0,3 (a cada 10 internações ocorreram 3 óbitos).

Acesse na íntegra

Link da publicação: https://www.unifal-mg.edu.br/portal/2021/11/25/boletim-epidemiologico-n-49-22-11-2021-situacao-epidemica-de-covid-19-em-minas-gerais-e-no-sul-de-minas/

Todas as edições do boletim: https://www.unifal-mg.edu.br/portal/indicadores-covid-19/

ELETROBRAS FURNAS PLANTA AS PRIMEIRAS MUDAS NO PROJETO NASCENTES

Áreas de 40 municípios mineiros receberão diversas espécies que auxiliarão na recuperação ambiental e melhoria da qualidade e quantidade da água dos reservatórios

O Projeto de P&D ANEEL apelidado de “Nascentes”, que está sendo desenvolvido pela Eletrobras Furnas para conservação da qualidade ambiental e busca pelo aumento da quantidade da água nos reservatórios de hidrelétricas situadas no estado de Minas Gerais, entra na fase de plantio de mudas. O total do investimento para o Projeto Nascente é de R$6.413.127,67. 

A iniciativa prevê a recuperação e monitoramento de matas ciliares em 200 nascentes no entorno dos reservatórios das Usinas de Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto). 

Os primeiros municípios a receberem as espécies serão Aguanil, Campo Belo, Cristais e Coqueiral. Ações de avaliação, seleção, caracterização e classificação das áreas de instalação já foram realizadas, além da elaboração dos projetos executivos, com o levantamento topográfico e análises de solo das áreas selecionadas para plantio. 

O projeto conta com as parcerias da Ingá Engenharia e das universidades federais de Viçosa (UFV) e Lavras (UFLA), e com o apoio da Associação dos Municípios do Lago de Furnas ( ALAGO).

As áreas que receberão as mudas nativas foram preparadas e cercadas, além de contarem com a eliminação de formigas e cupins e a condução da regeneração do solo. Nelas serão plantadas diversas espécies como: amora, ingá, urucum, ameixa, aroeira salsa, acácia e jacarandá. Também será realizado o semeio direto, conhecido como sistema muvuca. Entre as sementes estão aquelas que são de preservação (amargoso, angelim do cerrado, angico cuiabano, capitão do campo e outras) e as de interesse econômico (abóbora, bacuri, caju, tamarindo, entre outras).

Ao todo, 40 municípios serão envolvidos na iniciativa, sendo 35 vizinhos à Usina Furnas e 5 à Usina Mascarenhas de Moraes (Peixoto). O Projeto Nascentes utiliza uma metodologia inovadora, com inteligência artificial na recuperação ambiental de nascentes, o que impactará de forma positiva na melhoria da qualidade e quantidade da água nos reservatórios. 

A iniciativa também visa conscientizar os proprietários rurais lindeiros com relação à recuperação das áreas, em geral degradadas pelo cultivo e pastoreio de gado, bem como estimular a geração de renda decorrente dos plantios de espécies florestais de interesse econômico.

Clovis Torres, presidente da Eletrobras Furnas, destaca que o "Nascentes" é um projeto estratégico para a empresa e para a região do entorno dos reservatórios das Usinas Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto). “Além do caráter tecnológico e inovador, o projeto promoverá a potencialização da economia regional, agregando benefícios socioeconômicos e geração de renda à população do entorno, com a utilização de startups locais no beneficiamento e comercialização dos produtos oriundos do Projeto Piloto”, afirmou Torres.

Denominado “Projeto de Pesquisa e Desenvolvimento” (P&D) para a Utilização de Inteligência Artificial no Desenvolvimento de Metodologias Inovadoras de Recuperação e Proteção de Nascentes e Áreas Degradadas em Zonas de Recargas de Aquíferos Contribuintes dos Reservatórios das Usinas Furnas e Mascarenhas de Moraes (Peixoto), o projeto de P&D terá duração de 36 meses, que incluirá a implantação e monitoramento das áreas selecionadas, bem como a análise e divulgação dos resultados obtidos.

LAFAYETTE DE ANDRADA VOTA A FAVOR DO PROJETO QUE CRIA A PROCURADORIA REGIONAL DA REPÚBLICA EM MINAS


Em Brasília, foi aprovado pelos deputados da Câmara Federal o Projeto de Lei 6537, da Procuradoria-Geral da República, que cria a Procuradoria Regional da República da 6ª Região, a qual terá sede em Belo Horizonte

Segundo o substitutivo do deputado Rogério Correia (PT-MG), aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e de Serviço Público, esses novos ofícios serão implantados em 180 dias a partir da futura lei, por meio de redistribuição de ofícios já existentes na estrutura do Ministério Público Federal.

Pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), o deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) elogiou o projeto e votou favoravelmente à matéria. De acordo com o parlamentar, serão criados 18 cargos de procurador regional, a partir da transformação de 19 cargos de procurador da República do quadro de pessoal do Ministério Público Federal. O Tribunal terá jurisdição em todo o estado de Minas Gerais. 

O deputado salientou que o texto aprovado vai transformar os cargos já existentes, sem ônus para o estado. “Alteração proposta para os cargos deverá ser realizada sem que ocorra aumento de despesa e é de grande importância para Minas Gerais” , observou Lafayette de Andrada.

Obedecidos os limites orçamentários definidos para o MPU, a estrutura funcional e administrativa da nova procuradoria regional será́ composta por cargos de analistas e técnicos, cargos comissionados e funções de confiança já providos ou criados em lei vigente.

As despesas iniciais de organização, instalação e funcionamento também deverão ser suportadas por dotações já consignadas no Orçamento de 2022 ao Ministério Público da União.

Após instalação da Procuradoria Regional da 6ª Região, os processos de Minas Gerais serão transferidos a ela independentemente de despacho e, preferencialmente, em formato digital. A proposta de criação da Procuradoria Regional da República precisa passar além da CCJ pela Comissão de Finanças.

A tramitação da proposta é em caráter conclusivo, ou seja, sendo aprovada nas duas comissões – sem divergências – não precisará passar pelo plenário da Câmara dos Deputados.

COVID-19: PESQUISADORA DA UFLA FALA SOBRE O CARNAVAL EM MATÉRIA DO ESTADÃO


A realização de festejos carnavalescos em 2022 vai depender de uma avaliação da realidade epidemiológica e da cobertura vacinal de cada localidade. A análise é de especialistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão, que alertam que o evento é de difícil implementação de protocolos sanitários, como máscaras e distanciamento social. 

Intitulada "É seguro fazer carnaval nas ruas? Especialistas recomendam observar infecções, variantes e vacinação", a matéria assinada pelo jornalista Leon Ferrari publicada na seção Saúde do jornal, na edição desta quarta-feira, dia 24, ouviu especialistas que estão atuando na pandemia, dentre eles a pesquisadora do Núcleo de Estudos em Pesquisa Biomédica (Nupeb) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), professora Joziana Muniz de Paiva Barçante. 

De acordo com a publicação, os especialistas frisam que a decisão de promover o Carnaval nos municípios precisa levar em consideração a realidade local. Segundo o jornal, tanto o superintendente de Vigilância em Saúde do governo de Santa Catarina, Eduardo Macário, quanto a coordenadora do Núcleo de Pesquisa Biomédica e professora do Departamento de Medicina da Universidade Federal de Lavras, Joziana Barçante, apontam que a decisão sobre a realização de eventos com aglomeração, como o carnaval, precisa levar em conta a realidade local. Isso porque, explica Joziana, a realidade vacinal brasileira não é homogênea. 

"Se pegarmos só os grandes centros: Pernambuco está com 57% da população total com a cobertura vacinal completa; Rio de Janeiro, 70%; São Paulo, 73%. Vemos que o cenário não é homogêneo e, se analisarmos o exterior, é mais complicado ainda", avalia Joziana na matéria do Estadão. 

A matéria ainda cita, segundo abordagem da pesquisadora da UFLA, outro ponto a ser considerado, reforça, é que a vacinação, por si só, não é capaz de bloquear a transmissão da doença. 

Por isso então, aponta a pesquisadora, a decisão precisa levar em conta, além do cenário epidemiológico local, se a cidade tem capacidade de: atender a uma demanda de saúde pública com um possível aumento de casos; fazer testagem em massa; cobrar passaporte sanitário; fazer vigilância genômica, antes e depois do evento; e intensificar a cobertura vacinal da população, para chegar a uma porcentagem razoável. 

"Sem isso não é possível ter um carnaval seguro de portas abertas", frisa. Ela ainda indica que a avaliação também precisa olhar com cuidado a população mais nova. "O grupo dos mais jovens é o que mais frequenta esse tipo de evento, mas foi o último contemplado pelos protocolos vacinais." 

De acordo com a publicação do Estadão, ao menos 70 cidades do interior de São Paulo já declararam não ter condições de realizar o evento e cancelaram o carnaval de 2022 motivadas pela pandemia de covid-19. 

Entre os motivos, as prefeituras alegam o risco de um aumento nas infecções pelo vírus. O governo do Estado disse nesta quarta-feira, 24, que a decisão caberá aos prefeitos, mas que ainda é cedo para bater o martelo sobre o tema.