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SJDR: PALMEIRAS SERÃO PLANTADAS ATÉ OUTUBRO

O projeto de revitalização do Largo de São Francisco, um dos pontos turísticos mais importantes de São João del Rei deverá ter início dentro de uma semana. O cronograma para a realização das obras de recuperação do largo, com suas palmeiras imperiais e jardins, foi estipulado pelo grupo de órgãos públicos estaduais e municipais e iniciativa privada envolvidos no projeto de renovação do sítio histórico, após reunião realizada na última quinta-feira, 9. No entanto, além dos esforços nos ajustes finais para início das obras, o grupo conta com uma dificuldade a mais, a ausência de representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) nesta reunião que estabeleceu as metas e definiu as obras que vão ser realizadas no largo. Mesmo assim, a expectativa do grupo é de que não haja contratempos e as trocas das palmeiras mortas entre outras obras possam ser concluídas até o mês de outubro, quando do início do próximo período de chuvas.


De acordo com o secretário do Meio Ambiente de São João del Rei, Fuad Carlos Maluf, apesar do tempo curto, as autoridades responsáveis trabalharão para concluir o projeto no período estimado. "O prazo é exíguo e ainda dependemos do aval do Iphan. Os cronogramas podem sofrer algumas mudanças, mas se elas ocorrerem esperamos que sejam poucas", afirmou.
Para o diretor de Desenvolvimento e Conservação Florestal do Instituto Estadual de Floresta, Luiz Carlos Vale, foram definidas as primeiras diretrizes a serem tomadas. "Do ponto de vista técnico gostaríamos de ter as palmeiras (espécie imperial) no largo até a metade do mês de setembro, para aproveitar todo o período chuvoso posterior. O nosso compromisso é ceder as novas mudas e dar o apoio técnico para que o plantio ocorra da melhor maneira no menor tempo possível", concluiu.

O secretário de Obras da Prefeitura de São João del Rei, João Trindade Gomes Neto, João Madalena, também se pronunciou e deixou claro que "com o apoio do Governo Estadual, e demais órgãos, a prefeitura vai entrar com a mão-de-obra, o isolamento da praça, o corte raso das palmeiras, a retirada de parte do calçamento, entre outros". A Companhia Industrial Fluminesne (CIF) que há mais de oito anos cuida da praça também manifestou seu apoio, através da coordenadora de projetos socioculturais, Márcia Ribeiro Moreira. "A CIF tem uma preocupação constante com a praça. A parte da Fluminense vai ser irrigação e a parte do projeto da praça em si, vai precisar trocar a grama, recuperar os bancos e vamos fazer a parte final depois do plantio das mudas", argumentou.

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