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APRESENTADO PROJETO DE REVITALIZAÇÃO DO ANTIGO CASSINO DE LAMBARI




Frontão da fachada principal do Antigo Cassino de Lambari
 A Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), contratou a Estilo Nacional em 2011 para a elaboração do Projeto de Restauração e Revitalização do Cassino de Lambari, no Circuito das Águas, bem cultural tombado pelo Decreto Municipal n° 980, de 20 de março de 2000, e protegido no âmbito Estadual em 2 de Outubro de 2002. Foi apresentado pela Prefeitura da cidade o projeto renderizado do prédio do Cassino. O projeto foi idealizado pela empresa Estilo Nacional.

Grandiosa e imponente construção em estilo eclético, foi edificado durante o mandato municipal de Américo Werneck, com projeto elaborado pela firma Poley e Ferreira, do Rio de Janeiro, e inaugurado no dia 24 de abril de 1911. Após esta data, o Cassino não foi colocado em funcionamento e seguiu-se então uma história de disputas judiciais, tentativas de utilização do imóvel como uma estância hoteleira, centro cultural, sede da administração municipal, espaço de eventos, centro de convenções, etc. Exceto por alguns períodos, a edificação, até o momento, não abrigou um uso permanente, nem mesmo o de Cassino.

Atualmente, a CODEMIG, proprietária do imóvel, mantém um contrato de comodato com a Prefeitura. A intenção da Companhia é instalar no local o Museu das Águas em atendimento às solicitações da comunidade local e à demanda regional, visando o desenvolvimento turístico do Circuito das Águas. Outros equipamentos culturais e administrativos como a Secretaria Municipal de Turismo, a Biblioteca Pública, Sala de Música e Dança, para citar alguns, também serão abrigados na edificação.

A proposta de restauro do bem cultural buscou adequá-lo ao novo uso e se preocupou, principalmente, em dar condições apropriadas ao acervo, acessibilidade ao público e em reverter as intervenções anteriores não criteriosas. Nesses casos, a distinguibilidade entre antigo e o contemporâneo é premissa do projeto, principalmente nas inserções em que se utiliza o aço e o vidro. A utilização de materiais e linguagem arquitetônica contemporâneos visam estabelecer o devido contraste entre os diferentes momentos históricos, além de evidenciar e enaltecer a edificação existente.

Todos os projetos foram compatibilizados com as necessidades apontadas pelo Plano Museológico e de Gestão do Museu das Águas – ferramenta de planejamento estratégico para a constituição e funcionamento do museu –, trabalho este também desenvolvido pela da equipe da Estilo Nacional.
com assessoria da Prefeitura de Lambari e da Empresa Estilo Nacional



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