![]() |
No retorno dos trabalhos na Assembleia Legislativa, deputado Lafayette aponta combate à desigualdade e renegociação da dívida com a União como prioridades
Na semana que marca o retorno das atividades das comissões e do Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, realizado na sexta-feira, 1º, o líder do PSBD na Casa, deputado Lafayette Andrada, fala sobre os desafios e perspectivas do poder legislativo em 2013. Lafayette destaca como prioridades para o próximo ano o combate à desigualdade e a renegociação da dívida pública do Estado com a União.
“Minas Gerais vem reduzindo os índices de pobreza e desigualdade em ritmo maior do que outros estados do Sudeste e do que a média brasileira, mas ainda precisamos avançar no que se refere à igualdade de oportunidades. Continuaremos trabalhando para que todos tenham fácil acesso a formação profissional, habitação, saneamento básico e a serviços da assistência”, ressaltou Lafayette Andrada.
O parlamentar também ressalta a importância de tratar da dívida de Minas com a União, o que permitirá a retomada de investimentos na cidade. Lafayette destaca que, hoje, 13% da Receita Corrente Líquida do estado de Minas Gerais estão comprometidos com juros e amortização. “Com a redução dos encargos financeiros, o estado poderá investir mais em áreas como saúde, educação e segurança. O comprometimento da receita do estado com o pagamento da dívida tem prejudicado Minas a responder às demandas da população”, afirmou.
Royalties - Outro destaque na retomada dos trabalhos da ALMG será a mobilização para que os valores cobrados das empresas mineradoras sejam revisados. A ação tem como objetivo aumentar a distribuição, para Estados e municípios, da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), os royalties da mineração. “Queremos criar alternativas de pós-mineração, para quando o município ou o Estado não tiver mais o que minerar, existirem alternativas econômicas para atrair novos negócios ou investimentos para uma nova cadeia produtiva”, disse Lafayette Andrada.
Saúde – A Campanha Assine + Saúde, criada pela ALMG com objetivo de garantir mais recursos da União para a saúde, também terá atenção especial em 2013. Encabeçada pela Comissão de Saúde, a iniciativa pretende coletar 1,5 milhão de assinaturas para apresentar um projeto de iniciativa popular ao Congresso Nacional obrigando a União a investir 10% de sua receita corrente bruta na saúde. Atualmente, apenas estados e municípios têm percentuais mínimos fixados em lei para investimento na área, respectivamente 12% e 15% de suas receitas.
Minas Gerais dá exemplo - Em 2012, Minas Gerais desenvolveu sua economia, atraiu mais negócios, investiu em infraestrutura, gerou mais empregos, desenvolveu ações sociais em diversas áreas, como saúde, educação e segurança pública. Além disso, de acordo com o IBGE, a participação de Minas no PIB brasileiro foi a que mais subiu, mais que todos os outros Estados, colocando, portanto, Minas Gerais em uma posição de destaque no seu crescimento econômico.
A educação mineira também foi destaque em 2012. Apesar das desigualdades regionais ainda existente em Minas Gerais, o Estado conquistou o 1º lugar no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) para os primeiros cinco anos do ensino fundamental e o 2º lugar para os outros quatro anos, além do 3º lugar no ensino médio.
|
Produtos podem ser utilizados em diferentes ocasiões e por qualquer pessoa, e há também opções para o público infantil Eles têm várias cores, formatos e não podem faltar em comemorações e grandes eventos. Os fogos de artifício encantam por sua beleza e, quando utilizados conforme as orientações na embalagem, não oferecem perigo para quem os manuseia ou para o público que prestigia o show pirotécnico. Diante disso, é preciso saber escolher adequadamente o tipo de fogo de artifício que será utilizado e o local indicado. O vice-presidente do Sindicato das Indústrias de Explosivos no Estado de Minas Gerais (Sindiemg), Magnaldo Filho, explica que os fogos de artifício são divididos em quatro classes, que se diferem, basicamente, pelo tipo de artefato e a quantidade de massa pirotécnica contida em cada um. “Os produtos da classe A tem venda livre e são os fogos mais simples, com pouco ou sem estampido, e que produzem efeitos visuais. Esse tipo é indicado para q...

Comentários