A alteração do Aeroporto Municipal José Figueiredo, de Passos, no Sul de Minas, para vôos diurnos e noturnos, já aprovada pelo Comando Aéreo (Comar) do Ministério da Defesa em setembro, foi homologada pela Agência Nacional de Viação Civil (Anac), conforme publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira, 15. Com essa confirmação, a Prefeitura de Passos, através da Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo (Sictur), já pode iniciar o processo para a operação comercial do aeroporto.
A homologação significa que o Aeroporto Municipal José Figueiredo agora pode operar tanto de dia quanto à noite para pouso e decolagem de aeronaves. A confirmação foi publicada na página 81, edição de 15 de outubro do DOU, pela Superintendência de Infraestrutura Aeroportuária da Anac. A aprovação tem validade de dez anos, segundo a portaria de número 2.698, que altera e renova a inscrição do “Aeródromo Municipal José Figueiredo”.
“Nós já estamos negociando com algumas empresas de aviação para termos vôos regulares em Passos. Essa homologação da Anac que permite vôos noturnos no Aeroporto Municipal é importante para nosso projeto de desenvolvimento da cidade no comércio, turismo e outros ramos da economia, pois a aviação facilita o transporte de empresários e turistas para nossa cidade”, comemora o titular da Sictur, José Eustáquio do Nascimento, o Taquinho.
“E é bom frisar que tudo isso que nós estamos fazendo na Secretaria de Indústria, Comércio e Turismo só tem sido possível graças ao prefeito Ataíde Vilela, que nos deu liberdade para trabalhar, com base no plano de governo que ele traçou para esses quatro anos”, observa o secretário.
“E não podemos deixar de agradecer o nosso deputado federal, Renato Andrade, que vem dando apoio para a Prefeitura na estruturação do aeroporto para vôos comerciais, além dos empresários que colaboraram no processo de homologação do aeroporto. Com a ajuda deles, o Município não teve nenhum custo para fazer os projetos”, ressaltou.
Para viabilizar a operação integral do aeroporto, a Sictur enviou a Planta Básica da Zona de Proteção do Aeródromo (PBZPA) para o Comar. O projeto foi elaborado pelo engenheiro Marcos Moreno Carvalho, de São Paulo (SP), e as despesas foram pagas através de parceria com empresas privadas.
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