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UFLA INTENSIFICA TRABALHOS DE CONTROLE E PREVENÇÃO À DENGUE E LEISHMANIOSE


A dengue e a leishmaniose tem sido motivo de preocupação em diversas regiões, assim como no município de Lavras. Essas doenças necessitam de um rígido monitoramento; dessa forma, a Universidade Federal de Lavras (UFLA) tem intensificado os trabalhos relacionados à prevenção dos mosquitos causadores dessas enfermidades.

No câmpus da UFLA, há vinte armadilhas com a finalidade de capturar o Aedes aegypti, transmissor da dengue. Elas são feitas de garrafa pet, onde se coloca certa quantidade de água e feno, atraindo, assim, a fêmea do mosquito. Em seguida, é realizada a identificação das larvas para verificação das espécies.

Segundo a professora Joziana Muniz de Paiva Barçante (DMV), coordenadora de Prevenção de Endemias da UFLA, esse tipo de trabalho é importante para o monitoramento e ainda o controle dos mosquitos, visto que as armadilhas fazem com que diminua a quantidade de vetores.Controle de Leishmaniose Visceral

Outro trabalho que tem sido desempenhado entre a UFLA e a Prefeitura de Lavras é o combate à leishmaniose visceral canina. As equipes do Laboratório de Biologia Parasitária (Biopar) e da Coordenadoria de Prevenção de Endemias (COPE/DMA) da UFLA apoiam a execução do Programa Nacional de Controle de Leishmaniose Visceral. Estudantes e profissionais da instituição atuam na realização de palestras em escolas durante todo o ano, assim como na aplicação dos testes.

A professora Joziana comenta que os mutirões no combate à leishmaniose já foram realizados em cerca de 20 bairros da cidade, e a proposta é abranger todo o município. Além das orientações, são feitos os exames nos cães.

Há ainda as armadilhas luminosas em pontos estratégicos para captura, identificação e monitoramento da ocorrência do inseto vetor da leishmaniose. No câmpus da UFLA, há duas armadilhas e a Prefeitura de Lavras disponibiliza outras 20 na cidade, sendo todo o material analisado na Universidade.

É válido ressaltar que os primeiros casos de leishmaniose visceral canina foram diagnosticados na UFLA, por meio das necropsias que são realizadas no setor de Patologia do Departamento de Medicina Veterinária (DMV/UFLA).

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