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CORTE: IFSULDEMINAS DETERMINA REDUÇÃO DE 30% NO CONSUMO DE PAPEL, ÁGUA E ENERGIA


Em decreto presidencial publicado no dia 8 de janeiro deste ano, o Palácio do Planalto bloqueou provisoriamente de um terço dos gastos administrativos dos 39 ministérios e secretarias especiais. Ao todo, o corte é de R$ 1,9 bilhão mensal, até que seja aprovado o Orçamento de 2015 no Congresso Nacional. Em valores anuais, são R$ 22,7 bilhões.

A medida atinge em cheio as despesas de custeio e estão preservados desembolsos com pessoal, aposentadorias, benefícios assistenciais e outras prioridades. Como é a pasta com maior volume de gastos não obrigatórios, o Ministério da Educação (MEC) responde pela maior parte do montante afetado, com o equivalente a R$ 7 bilhões no ano. 

O ministro da Educação, Cid Gomes (PROS), minimizou o risco de haver um corte definitivo na verba do Ministério depois que o Congresso Nacional aprovar o Orçamento da União para 2015. Mas sinalizou que a pasta tem R$ 21 bilhões que podem ser cortados, caso o governo decida reduzir gastos. O orçamento previsto para 2015 na lei orçamentária é de R$ 9,5 bilhões.

No Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS), que tem sede em Pouso Alegre, houve uma queda sensível nos investimentos da unidade. A ordem na instituição é reduzir o consumo de papel, água e energia em 30%. Na Universidade Federal de Juiz de Fora, a orientação é que os professores devem procurar alternativas de financiamento para as viagens, importantes para a produção científica, junto a outras fontes de fomento. 

De acordo com o reitor Júlio Chebli, os cortes não deve afetar o funcionamento administrativo da UFJF, mas podem comprometer a expansão física por qual passa a instituição desde a adesão ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni ), aprovada em 2007. 

Segundo o MEC, as universidades federais receberam em 2014 o total de R$ 8,6 bilhões em custeio e investimento. O ministério afirmou que está fazendo o levantamento por instituição de verbas que possam não ter sido executadas para que seja feito o repasse. 

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