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TECNOLOGIA NA CAFEICULTURA

 Cooperativa inova processo para rastrear lotes de café após a colheita

A Cooperativa Regional dos Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) empregou o uso da tecnologia para mais eficiência e transparência na rastreabilidade dos lotes de cafés dos seus mais de 13 mil cooperados. 

Todas as caixas em que as amostras são transportadas dos mais de 30 núcleos e unidades até ao laboratório de Controle de Qualidade da cooperativa, em Guaxupé e em Monte Carmelo, ganharam códigos de barras e também QR Code (código personalizado). 

Por meio de um sistema que busca informações junto a satélites, como uma espécie de GPS, a Cooxupé consegue descobrir, a qualquer momento, qual a localização do lote de seus produtores de café. 

Estas amostras são uma parcela dos grãos verdes que é retirada quando o cooperado entrega o seu café para a cooperativa, e encaminhada para avaliação para detectar qual o padrão de qualidade da bebida daquela safra. 

O recurso traz tanto para os cooperados quanto para a Cooxupé segurança e total rastreabilidade das amostras, o que é possível descobrir se determinado lote já deu entrada na cooperativa, se já saiu dos núcleos correspondentes ou, até mesmo, em qual ponto do trajeto está rumo à cooperativa. 

“Agora conseguimos detectar os exatos pontos onde as amostras estão. Outro avanço é quando precisamos localizar um lote específico de um cooperado, pois ganhamos agilidade neste processo, o que nos dá autonomia para responder aos produtores com mais imediatismo o que ele precisa saber em termos de classificação do seu grão”, explica o classificador e provador Ronaldo Donizetti da Costa. 

Com o novo processo, as amostras dos cooperados podem ser encontradas em questão de horas, enquanto que, antes da implantação dos códigos de barra e QR Code, a busca chegava a ultrapassar 24 horas.

O superintendente comercial da Cooxupé, Lúcio Dias, aponta que o Laboratório de Controle de Qualidade trabalha com prazos bem curtos, mesmo em períodos de altas demandas como na colheita, em que são provadas em média 76 mesas de café por dia, representando mais de 9.500 xícaras, durante três períodos de trabalho. 

“O cooperado tem suas necessidades de comercialização de sua safra e, por isso, a Classificação precisa ser rápida para que ele tome suas decisões. A utilização dessa nova tecnologia vem atender exatamente essas urgências, além de proporcionar à cooperativa um trabalho mais eficiente e, principalmente, seguro e completamente rastreável”, destaca. 
da assessoria

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