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POUSO ALEGRE FECHOU 2019 COM A CRIAÇÃO DE 2.411 EMPREGOS FORMAIS


Pouso Alegre, no Sul de Minas, fechou o ano de 2019 com um saldo positivo de 2.411 empregos formais criados no período de 12 meses. Foram feitas 21.647 contratações contra 19.236 demissões. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), dispositivo legal instituído pelo Ministério do Trabalho e Emprego para controlar admissões e demissões dos trabalhadores sob o regime da CLT.

Com isso o município mantém a 6ª posição em Minas Gerais, em número de contratações durante o ano, atrás somente de Belo Horizonte, Nova Lima, Contagem, Uberlândia e Juiz de Fora. Superou municípios tradicionalmente geradores de empregos, como Ipatinga, Betim e Montes Claros.

É a cidade sul-mineira que mais criou empregos em 2019 (considerados os municípios com população acima de 30 mil habitantes), à frente de Poços de Caldas (700), Alfenas (672), Varginha (663), Três Pontas (646), Guaxupé (650), Três Corações (444), Santa Rita do Sapucaí (160), Ouro Fino (141), São Lourenço (126), Boa Esperança (47), São Sebastião do Paraíso (-21), Lavras (-85), Machado (-222), Itajubá (- 265), Passos (-283) e Andradas (-365).

A expectativa é que as operações de indústrias, em fase de implantação ou ampliação, irão alavancar ainda mais o mercado de trabalho já a partir deste ano, com a criação de centenas de empregos. Os principais empregadores são os setores produtivo, industrial e de serviços.

A evolução na geração de empregos em Pouso Alegre vem sendo apontada desde o início de 2017. Entre janeiro daquele ano a novembro de 2019, Pouso Alegre criou 5.193 vagas, um saldo positivo invejável nos três últimos anos. Quase o dobro da soma das vagas geradas pelas cinco cidades mais populosas da região: Poços de Caldas, Varginha , Passos, Lavras e Itajubá, totalizando os últimos três anos.

O mês de junho/19 foi um marco na evolução de empregos em Pouso Alegre. Naquele mês a soma do saldo positivo apontou que o município havia recuperado as vagas perdidas durante a crise econômica (2015-2016), quando naqueles dois anos foram fechadas quase quatro mil vagas.

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