Pular para o conteúdo principal

VÉRDI CONVIDA DIREÇÃO DO COLÉGIO CATANDUVAS PARA CONVERSAREM SOBRE A SITUAÇÃO DA ESCOLA


O prefeito de Varginha, Vérdi Melo recebeu em seu gabinete Lucimara Destefani, diretora do Colégio Cenecista Catanduvas de Varginha, no Sul de Minas, acompanhada de Vilnei Paiva, supervisor comercial e coordenador da Educação a Distância que aceitaram o convite para conversarem sobre os últimos acontecimentos envolvendo o Colégio que faz parte da história da cidade.

“Tomamos a iniciativa de reunir com a direção da escol a após tomarmos conhecimento da decisão tomada pela instituição no dia 10/07, de encerrar as atividades ( da educação infantil ao ensino médio) deste tradicional Colégio de Varginha, que teve a exemplo de outras empreendimentos, teve situação agravada com pela pandemia do coronavírus”, disse Vérdi.

Durante a reunião Vérdi informado que por decisão do presidente do Grupo CNEC de Brasília, Alexandre José Santos, as turmas do 8º e 9º anos e da 1ª a 3ª série do ensino médio permanecerão no Colégio Cenecista Catanduvas, porém, as demais turmas seriam encerradas.

“Foi uma conversa muito boa, e na oportunidade nos colocamos à disposição para ajudar a direção do Colégio no que estiver ao nosso alcance através de parcerias com a rede CNEC e incentivando o fortalecimento da sua marca no nosso município. O que não podemos é perder uma escola tão importante que ao longo dos anos de sua história formou cidadãos conscientes e respeitados ”, disse Vérdi.

O prefeito elogiou a direção do colégio por estar buscando alternativas que possibilitem sua permanência na cidade. Segundo ele outra alternativa apresentada pela direção do colégio foi o Projeto “Recoloca”- que consiste na criação de cursos para capacitação profissional, visto que há necessidade de recolocação, readequação e manutenção de empregos no mercado pós-pandemia.

O Colégio Catanduvas foi inaugurado na década de 1960. Atualmente disponibilizava turmas da educação infantil, ensinos fundamental e médio, além de curso e atividades extracurriculares. A unidade é parte da rede CNEC, responsável também pela Faculdade Cenecista (Faceca) de Varginha.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

BOLSONARO CONDENADO

Nesta quinta-feira (11), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria, condenar os oito réus do Núcleo 1 da ação penal 2668, a trama golpista. A AP 2668 tem como réus os oito integrantes do Núcleo 1 da tentativa de golpe, ou “Núcleo Crucial”, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR): o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF; o general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro (réu-colaborador); o ex-presidente da República Jair Bolsonaro; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa. A acusação envolveu os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de E...

TOMBAMENTO DE CARRETA

Tombou, agora, uma carreta de cerveja na Rodovia Fernão Dias (BR-3821), na pista sentido Belo Horizonte, no km 721, na região de Carmo da Cachoeira. A faixa da esquerda está interditada em os ambos sentidos. No momento, trânsito está fluindo sem lentidão. Motorista sem ferimentos graves. Imagens @transitofernaodias *Por Sebastião Filho 

TJMG CONFIRMA DANO MORAL PARA TRANSEXUAL QUE SOFREU PRECONCEITO DURANTE EXAME DO SUS EM NAZARENO

Uma mulher transexual que realizou exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Nazareno, no Campo das Vertentes, relatou ter sofrido constrangimento por não ter seu nome social respeitado durante o atendimento. O caso, que aconteceu no ano de 2017, foi analisado pela Justiça de Minas Gerais, que reconheceu a ocorrência de dano moral e manteve a responsabilização do Município de Nazareno. Segundo o processo, a paciente afirmou que, durante o atendimento para coleta de sangue, funcionários desconsideraram seu nome social e utilizaram seu nome de registro civil, apesar de a identificação social constar em documentos do SUS e no pedido médico. A ação foi ajuizada após o episódio ocorrido em um serviço de saúde vinculado ao município. Ao analisar o recurso, a 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais concluiu que houve violação ao direito à identidade de gênero da autora. Os desembargadores destacaram que o nome social já constava no Cartão Nacional de Saúde, na requisição méd...