Pular para o conteúdo principal

TRÊS PROJETOS SOCIAIS DE MINAS FAZEM PARTE DE AÇÃO PARA CELEBRAR 8º ANIVERSÁRIO DA MAXMILHAS

Instituto Hahaha: tratamento à base do bom humor para crianças hospitalizadas

Meninas de Sinhá, Associação Mineira de Reabilitação e Instituto HAHAHA irão receber parte do valor das vendas no Dia Mundial da Milhas, em 6 de janeiro

Uma organização sociocultural que promove a arte do palhaço em espaços de saúde e ambientes vulneráveis. Esse é o Instituto Hahaha, criado em 2012, em Belo Horizonte, que realiza ações que dialogam com as áreas de saúde, cultura e políticas sociais em diferentes frentes.

Desde 1964 reabilitando crianças carentes com deficiência, a Associação Mineira de Reabilitação (AMR) é uma organização filantrópica, sem fins lucrativos. Além de serviços de saúde, a AMR também oferece serviço social. São cerca de 500 crianças e adolescentes atendidos, de Belo Horizonte e região metropolitana.

22 mulheres cantadeiras, da periferia de BH, com idade entre 54 e 95 anos formam o Meninas de Sinhá. O grupo promove oficinas, shows, palestras motivacionais, projetos educativos e ministra cursos, resgatando brincadeiras, cantigas de roda e interagindo com as culturas diversas.

Três projetos que dependem da ajuda de pessoas físicas e empresas para seguir fazendo um trabalho social importantíssimo. Por isso, eles foram selecionados para participar da ação que comemora o aniversário de 8 anos da MaxMilhas, plataforma de venda de passagens aéreas com desconto. Todas irão receber parte do valor das vendas realizadas no Dia Mundial da Milhas, em 6 de janeiro. As instituições foram indicadas pelos funcionários da MaxMilhas e passaram por uma banca curadora ligada ao terceiro setor.

“Este ano fez com que todo mundo mudasse a rota dos seus planos. Diante do que passamos, cuidar uns dos outros nunca fez tanto sentido. E queremos celebrar nosso aniversário compartilhando o bem e convidando nossos clientes para, junto com a gente, abraçar o mundo”, afirma Tahiana D’Egmont, CMO e sócia da MaxMilhas.

Como vai funcionar
Primeiramente, os funcionários da MaxMilhas sugeriram instituições de diversos lugares do Brasil que realizam trabalhos sociais em diferentes segmentos. A lista, que contou com 36 instituições, foi encaminhada a uma curadoria externa composta por três especialistas e atuantes no terceiro setor. Os curadores selecionaram as 11 entidades para a etapa final, que contará com a votação aberta do público.

Até o dia 5 de janeiro, quem entrar na página do Dia Mundial das Milhas pode votar na sua instituição preferida. As oito mais votadas irão dividir 90% do montante destinado à doação, que compreende 8% do valor das vendas do dia 6 de janeiro. As demais recebem os 10% restantes, também divididos em partes iguais.

“Procuramos ser o mais diverso possível e selecionar instituições que têm uma consistência de trabalho e estão ligadas às bandeiras sociais que a MaxMilhas levanta. São projetos que promovem a emancipação das pessoas e geram resultados para o futuro”, explica o curador Carlos Nagib, diretor-presidente da ONG Contato.

Veja a lista, em ordem alfabética, das organizações selecionadas para votação popular:












Sobre a empresa
A MaxMilhas é uma plataforma pioneira de pesquisa, comparação e compra de passagens aéreas mais econômicas, que oferece combinações inteligentes de tarifas, entre elas, passagens emitidas com milhas de vendedores cadastrados no site. 

Criada em 2013, em Belo Horizonte, já atingiu a marca de 6 milhões de viagens realizadas e 60 bilhões de milhas negociadas. Ao longo de sua trajetória, a startup integrou o programa da Endeavor (2017), foi eleita Startup do Ano pelo Startup Awards (2017), entrou no ranking das revistas Época Negócios e PEGN das "100 Startups Brasileiras para Ficar de Olho” (2018), conquistou o Prêmio E-Commerce Brasil de Inovação (2018).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

LAVRAS ROMPE COM COPASA E ABRE CAMINHO PARA PRIVATIZAÇÃO DO SANEAMENTO BÁSICO

O município de Lavras, no sul de Minas Gerais, deu nesta quarta-feira (20) um passo decisivo para transferir à iniciativa privada a gestão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A prefeita Jussara Menicucci de Oliveira assinou e publicou no Diário Oficial uma série de documentos que formalizam o encerramento da relação com a COPASA e estruturam juridicamente o processo de concessão, que deverá durar 35 anos. A ruptura com a COPASA tem como pano de fundo a decretação de caducidade do convênio nº 823287/2024, rescindido pela prefeitura em razão de descumprimentos contratuais reiterados pela estatal. O documento oficial deixa claro que qualquer tentativa de prorrogar ou aditar o contrato anterior seria juridicamente incompatível com a própria declaração de caducidade e contrária ao interesse público local — fechando definitivamente a porta para a permanência da companhia estadual na cidade. O modelo de concessão privada foi escolhido, segundo a justificativa assina...

DOENÇAS QUE MUITOS ACREDITAVAM EXTINTAS AINDA DESAFIAM A SAÚDE PÚBLICA

Lavras registrou recentemente um caso envolvendo o aparecimento de barbeiros em área urbana de Lavras Hanseníase, doença de Chagas, leishmaniose, tuberculose e arboviroses continuam afetando milhares de brasileiros e preocupando pesquisadores, profissionais da saúde e autoridades sanitárias. Mesmo após décadas de avanços científicos, muitas dessas enfermidades seguem presentes — impulsionadas pela desigualdade social, diagnóstico tardio, mudanças ambientais e dificuldades de acesso aos serviços de saúde.  Em Minas Gerais, o alerta também passa pelas arboviroses. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde, o estado já ultrapassa 52 mil casos prováveis de dengue em 2026. Ao mesmo tempo, doenças historicamente negligenciadas continuam presentes no estado. Entre 2020 e 2025, Minas Gerais registrou 5.570 novos casos de hanseníase, segundo o Boletim Epidemiológico Estadual da Hanseníase 2026. O próprio estado reconhece a existência de bolsões de transmissão ativa da doença.  Na ...

BOLSONARO CONDENADO

Nesta quinta-feira (11), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria, condenar os oito réus do Núcleo 1 da ação penal 2668, a trama golpista. A AP 2668 tem como réus os oito integrantes do Núcleo 1 da tentativa de golpe, ou “Núcleo Crucial”, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR): o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF; o general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro (réu-colaborador); o ex-presidente da República Jair Bolsonaro; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa. A acusação envolveu os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de E...