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IMPLANTAÇÃO DE TREVO NA REGIÃO DE IGARAPÉ TRARÁ MAIS SEGURANÇA E ACESSIBILIDADE

Obras realizadas pela Arteris Fernão Dias no Km 515 avançam na região. A construção do dispositivo de retorno encurtará o trajeto em cerca de 10km

A Arteris Fernão Dias, concessionária que administra a rodovia BR-381, entre as cidades de Belo Horizonte e São Paulo, avança mais uma etapa nas obras de construção de um dispositivo de retorno na altura do km 515, na região de Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Nesta sexta-feira, 12, será liberado o acesso pelo desvio na lateral da rodovia, sentido São Paulo, garantindo a segurança dos usuários que trafegam pela região durante a execução da obra.

O trajeto atual será modificado, porém o desvio garantirá que a trafegabilidade permaneça em ambos os sentidos. O trevo trará facilidade de manobra de retorno para os usuários da BR-381, encurtando um trajeto de cerca 10km, considerando ida e volta, pelo trecho da Serra de Igarapé.

Com cerca de R$ 21,6 milhões de investimento, a obra conta com 85 profissionais trabalhando para a construção de um trevo completo em desnível, com alças de acessos para as pistas sul e norte da Fernão Dias. O dispositivo de retorno trará um benefício direto para os moradores, fazendo a ligação entre bairros locais de Igarapé. A finalização e entrega está prevista até o final de 2023.

“Esta adequação organizará o tráfego local e trará mais segurança para os moradores e usuários da via, pois trata-se de uma área com grande fluxo de veículos pesados, principalmente caminhões e carretas que transportam minérios e produtos agrícolas”, afirma Alisson Freire, diretor de operações da Arteris Fernão Dias.

Atenção
O local está devidamente sinalizado para a segurança dos motoristas e trabalhadores na pista. A orientação para os usuários que passarem pelo local é de respeitar a sinalização, reduzir a velocidade ao se aproximar do trecho, manter a distância de segurança do veículo à frente e não parar sobre a pista para observar as equipes em serviço, pois essa atitude aumenta o risco de acidentes, principalmente de colisão traseira.

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