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PROJETO DO HCSL PROPORCIONA QUE PACIENTE DE 1 ANO VEJA O SOL PELA PRIMEIRA VEZ


A pequena Lívia de 1 ano e dois meses viveu um momento de muita felicidade e emocionou a todos os funcionários do Hospital das Clínicas Samuel Libânio (HCSL), de Pouso Alegre, na manhã de quarta-feira, dia 16 de outubro. Pela primeira vez, a paciente, que desde que nasceu está internada na UTI Pediátrica, pode ver o sol. A iniciativa faz parte da Campanha inédita de Mobilização chamada de “Além das paredes” organizada pelo serviço de Fisioterapia do HCSL.

A mãe da Lívia, Mariana Aparecida Borges, falou sobre a iniciativa do setor de Fisioterapia. “É uma emoção enorme para mim. Colocamos uma roupinha e, junto com os bichinhos dela, passamos pelos corredores, visitamos a capela e o Jardim do Éden, dentro da Univás. O meu sonho era ver ela de roupinha, assim, levar no parque, essas coisas, sabe (?) Para mim foi uma emoção enorme. Eu só tenho a agradecer mesmo por esse tratamento tão carinhoso. Desde que chegamos aqui, fomos muito bem tratadas. Todos têm um carinho enorme com a Lívia e só tenho gratidão pelo que fazem por minha filha aqui”, afirma Mariana.

“Esse projeto inédito busca humanizar o serviço. Os fisioterapeutas atuam em setores levando pacientes em locais acessíveis ao ar livre, onde são realizadas as mobilizações desses pacientes. Tem pacientes que nunca viram o sol, como Lívia que traz essa história emocionante e teve hoje o primeiro contato ao ar livre. Para que isso acontecesse, foi elaborado um protocolo especial para execução feita com toda segurança para o transporte desses pacientes das unidades de terapia intensiva”, conta a coordenadora geral dos Serviços de Fisioterapia do HCSL, Karina Maria Celani.

A fisioterapeuta que participou desse momento especial, Gislaine Cristina Martins Rosa, explica que a mobilização, que é a parte motora, é um ganho enorme para o paciente ainda mais quando realizada nesse ambiente ao ar livre. “Além dela ter esse contato com o dia, o sol, trabalhamos toda essa parte de mobilização. Essa questão da humanização é muito importante, pois vai além da assistência da parte motora, do desenvolvimento, da recuperação da criança, da reabilitação. Estamos muito felizes com essa possibilidade de prestar esse atendimento tão emocionante”, conta Gislaine.

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