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COM ELEIÇÕES EM 2020, 'GUERRA HÍBRIDA' JÁ DOMINA OS BASTIDORES DA POLÍTICA LAVRENSE


Passadas as eleições de 2018 e faltando mais de um ano e meio para o pleito municipal, o clima na cidade de Lavras, no Sul de Minas, já começa a esquentar,. Pelas redes sociais, uma "guerra híbrida" já começou a ser travada com vistas a sucessão do prefeito José Cherem, que até o momento não deu sinais se deve tentar a reeleição, embora aliados e pessoas próximas dão como certo que ele não deve concorrer. 

Essa possível posição do atual prefeito de não concorrer, acirra ainda mais os ânimos de correligionários e adversários, bem como, alimenta esperanças em políticos que visam no horizonte uma eventual candidatura a cadeira do Executivo local. 

Eleito com uma votação histórica em Lavras, José Cherem foi eleito com 78,12% dos votos válidos, após uma crise política no município e alçado ao posto de chefe do Executivo local com muitas esperanças por parte da população local de melhorias na cidade e uma "quebra" da "velha política".

Ao assumir, por meio de atos e nomeações e governando sob "lei delegada", o prefeito mostrou uma continuidade da "velha política" local, além das polêmicas geradas na sua administração, como a falta de uma articulação política e estratégica, tendo como resultado uma greve histórica do funcionalismo público municipal, além de altos e baixos em sua equipe de governo e uma estrutura de comunicação ineficiente. 

Com isso, o prefeito se encontra em uma situação atualmente complicada para conduzir a sua sucessão ou mesmo uma tentativa de reeleição, além de não ter conseguido obter a vitória de aliados nas eleições de 2018.

Nesse contexto, alguns adversários políticos já começam a traçar suas estratégias, enquanto alguns eventuais postulantes ao posto de candidato a prefeito se mantém discretos esperando o surgimento de "ventos" favoráveis para começarem a aparecer em cena.

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