O Ministério Público Estadual (MPE) entrou com ação civil pública contra a Câmara dos Vereadores de Alpinópolis, no Sul de Minas, para pedir o cancelamento do contrato feito com o escritório de advocacia de José Donizetti Gonçalves. O promotor de justiça Alan Carrijo Ramos, da Comarca de Alpinópolis, ingressou ainda com um pedido de liminar para a suspensão imediata do contrato firmado entre a Câmara e o escritório para a prestação de consultoria jurídica. Ele pede ainda a devolução aos cofres públicos do dinheiro pago pela prestação dos serviços e pagamento de multa, dentre outras punições. De acordo com Carrijo, a contratação teria sido feita irregularmente com inexigibilidade de licitação. O contrato assinado no dia 2 de fevereiro de 2009 tem duração de um ano e pode ser renovado por igual período. O valor pago pela Câmara na prestação de consultoria jurídica de Donizetti é de R$ 5,9 mil mensais, o que totalizaria em torno de R$ 70 mil.
Sabrina Carozzi, Folha da Manhã
Até gritos de pessoas e barulhos de animais serão enquadrados como perturbação do sossego Lei sancionada por Cherem passa a vigorar a partir do dia 15 de março O prefeito de Lavras, no Sul de Minas, José Cherem (PSD), sancionou a Lei nº 4393, que dispõe sobre a perturbação do sossego. A nova legislação é fruto do Projeto de Lei (PL) nº 4.393, de autoria dos vereadores Coronel Claret (PSD) e Marcos Possato (PSDC) e recebeu emendas da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara local. O PL 06/2017 foi protocolado no dia 19 de janeiro deste ano na Câmara Municipal e teve tramitação rápida devido ao forte lobby de um pequeno grupo de moradores de classe média alta de uma região da cidade, interessados diretamente na rotina de um grupo de repúblicas. Já no dia 30 de janeiro o projeto foi votado por unanimidade pelos parlamentares lavrenses. De uma pequena parcela interessada em sua aprovação, agora sancionado o projeto passa a afetar toda a sociedade lavrense. A ...

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