Uma conselheira tutelar de Entre Rios de Minas, na Região do Campo das Vertentes, foi afastada temporariamente das funções pela Justiça, a pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Ela é investigada por realizar abordagens inadequadas, extrapolar os limites da atuação tutelar, expor indevidamente situações sensíveis e violar deveres éticos inerentes à função. A medida foi requerida pela Promotoria de Justiça de Entre Rios de Minas diante de elementos que indicam a prática reiterada de condutas consideradas incompatíveis com os deveres institucionais do cargo. Segundo apontado na ação, tais condutas comprometem a finalidade protetiva do Conselho Tutelar e a confiança da comunidade no serviço prestado. Ao analisar o pedido de tutela de urgência, o Judiciário entendeu pela necessidade do afastamento cautelar da conselheira durante a tramitação da ação, como medida de resguardo institucional e de proteção aos direitos de crianças e adolescentes atendidos pelo órgão. A decisão, n...