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CEMITÉRIOS DE JF NO LIMITE DA CAPACIDADE

Dois cemitérios de Juiz de Fora, na Zona da Mata, estão no limite máximo da capacidade para sepultamentos. De acordo com os administradores, é preciso aumentar o número de túmulos. O Cemitério Municipal recebe cerca de 85% dos sepultamentos de Juiz de Fora e região. No local são enterrados, por ano, uma média de 2.800 corpos. Tanta demanda esbarra em um problema: a disponibilidade de túmulos. Atualmente, entre sepulturas, gavetas, jazigos e mausoléus, o cemitério dispõe de 20.762 unidades. Já o número de covas rasas, destinadas a famílias carentes e indigentes, somam 10.500.

De acordo com o administrador do cemitério, Anderson Stehling, a Prefeitura desapropriou no ano passado uma área de sete mil metros quadrados, criando 1.300 novas covas. Com isso, a situação do cemitério ficou tranquila, mas não por muito tempo.

Locais indisponíveis
A situação é mais preocupante nos cemitérios distritais, fora do Centro da cidade, como o do bairro Barreira do Triunfo. A administração é de responsabilidade da paróquia do bairro. Existem 400 jazigos, todos particulares, e 400 covas rasas, das quais apenas 10% estão disponíveis. “Todos os dias chegam pessoas querendo comprar jazigo”, afirma o responsável pelo cemitério, Padre Emílio Faria Matos Júnior.

Uma lei municipal de março de 2010 diminuiu de cinco para três anos o prazo de permanência dos corpos nos túmulos. O objetivo é aumentar o número de vagas nos cemitérios públicos e particulares. Mas só essa medida não é suficiente. É preciso ampliar a área dos cemitérios. “Estamos tentando conseguir o terreno ao lado, mas se não der certo não sei como irá funcionar”, completa o padre.
do MGTV Panorama/Megaminas com Portal Click

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