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"PESSOA JURÍDICA, NÃO!"

Antecipando-se a uma provável decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e seguindo o argumento da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de que apenas pessoas físicas devem ter o direito de financiar campanhas eleitorais, Josué Alencar anunciou que não aceitará quaisquer doações de empresas para sua campanha ao Senado pelo PMDB de Minas Gerais. Admitirá dinheiro apenas de pessoas físicas.

A provável decisão do STF sobre doações de empresas só valerá para a eleição de 2016, mas Josué Alencar afirma que acredita apenas na contribuição de pessoa física. Tal posicionamento veio também em resposta à indicação de Josué em uma cartilha da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e do Sinditêxtil, sindicato patronal, como um dos políticos dignos do voto e de doações deste mesmo setor.

Candidato se antecipa a nova lei sobre doações de empresas
Josué, que é filho do ex-vice presidente José Alencar e presidente da Coteminas, empresa do setor têxtil, não tinha conhecimento da cartilha e, apesar de agradecer a confiança, reafirmou sua posição quanto à doações de empresas.

“A minha campanha será assim. Eu não vou aceitar doações de empresas, seguindo recomendação do Supremo, porque ainda não concluíram a votação, e do próprio entendimento da OAB, com o qual eu comungo.” afirmou Josué Alencar, em entrevista que deu para o Jornal Valor Econômico.

Ainda sobre o financiamento de campanha, Josué Alencar deixa claro: “Se o cidadão está disposto legitimamente a participar da política, pode contribuir com um partido. Não podemos admitir abuso de poder econômico, ou seja, financiamento de grandes empresas que tenham interesses específicos”. Tal posicionamento só reafirma a conduta de Josué Alencar por uma campanha limpa e transparente, no intuito de trazer o melhor para Minas e para o país.

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