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COMPLETANDO 58 ANOS, IEF TERÁ CENTRO DE TRIAGEM E REABILITAÇÃO DE ANIMAIS EM LAVRAS

Aeronave de lançamento de água faz parte do trabalho de combate a incêndios florestais realizado pelo IEF

O Instituto Estadual de Florestas (IEF) completou no último domingo, 5, seus 58 anos com grande vigor e demonstrando estar numa etapa de intensos esforços para modernizar sua estrutura e aperfeiçoar os serviços oferecidos aos cidadãos mineiros. A autarquia do Governo de Minas Gerais foi criada pela Lei 2.602 de 1962 com a missão de cuidar da execução das políticas florestal, da fauna, de recursos naturais renováveis e da preservação da biodiversidade do Estado.

Fazendo um retrospecto do ano que passou, a gestão da fauna silvestre é uma das áreas que ganhou corpo no órgão em 2019 com a inauguração do Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras) de Patos de Minas, em outubro de 2019. A unidade potencializa o trabalho da área ambiental nas regiões do Triângulo e Alto Paranaíba.

O Cetras é uma estrutura que recebe e realiza o atendimento veterinário, o manejo e a destinação dos animais silvestres apreendidos pelos órgãos de fiscalização do Sisema ou oriundos de entrega voluntária. É uma combinação dos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) com os Centros de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras), sendo a primeira estrutura do tipo em Minas Gerais.

Outra unidade deverá ser construída em Lavras onde foi formalizada cooperação entre o IEF, Ministério Público de Minas Gerais, Polícia Militar, Agência Regional de Proteção Ambiental (Arpa) Rio Grande e a Fundação Educacional de Lavras, mantenedora do Centro Universitário de Lavras (Unilavras).

O IEF recebeu nos Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) em todo o Estado, em 2019, um total de 6.584 animais silvestres, advindos de ações de fiscalização, entrega voluntária e recolhimento, para marcação, atendimento clínico e cirúrgico, manutenção, reabilitação e destinação. Além do Cetras em Patos de Minas, o IEF conta também com três CETAS, localizados em Belo Horizonte, Montes Claros e Juiz de Fora, e cujas estruturas são compartilhadas com o Ibama. Até outubro de 2019 foram destinados para soltura de 3.272 animais silvestres.

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