O Índice Municipal de Preços ao Consumidor de Varginha (IMPC) apresentou alta de 0,50% no mês de janeiro de 2026 em comparação com dezembro de 2025. Em 12 meses, a inflação na cidade acumula elevação de 3,57%.
O IMPC é um indicador geral de inflação calculado pelo Instituto Federal do Sul de Minas (Campus Carmo de Minas), através do Grupo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (GESEc), em parceria com o Núcleo de Extensão, Pesquisa e Internacionalização do Unis e GEESUL. Mensalmente são coletados cerca de 500 preços de 44 itens distribuídos em 5 grandes grupos de gastos, sendo eles: Alimentação, Habitação, Transporte, Educação e Comunicação.
A alta mais relevante ocorreu no grupo educação (8,98%) em virtude dos reajustes nas mensalidades escolares do ensino básico.
Transporte novamente apresentou alta, dessa vez de 0,53% ocasionada pelas correções nos preços médios do etanol (1,26%), gasolina (0,77%) e diesel (0,18%).
O grupo habitação teve queda de -0,06% com destaque para produtos de limpeza geral da residência (0,18%) e os de higiene pessoal (-0,20%).
A Alimentação diminuiu -1,81%. As maiores elevações ocorreram com tomate (15,99%), carne bovina (2,75%) e feijão carioquinha (2,50%) devido aos menores ritmos de maturação e colheita no caso do tomate e feijão, e a maior demanda interna e externa em relação à carne. Os principais recuos de preços foram com batata (-26,93%), cebola (-21,31%) e banana (-13,58%) graças à intensificação de oferta destes produtos que é comum nesse período do ano.
O grupo comunicação se manteve estável com leve queda de -0,01%.
A nível Brasil, a inflação medida pelo IPCA (IBGE) indicou alta de 0,33%, mesmo resultado do mês de dezembro. As principais convergências ocorreram nos grupos transporte e habitação. Também houve desaceleração no grupo alimentação a nível nacional, mas com o indicador ainda permanecendo no campo positivo.
A difusão inflacionária, que representa a quantidade relativa de produtos pesquisados que apresentaram alta nos preços médios, foi de 36,4% em Varginha no mês de janeiro, abaixo do resultado do mês anterior quando atingiu 45,5%. No entanto, a amplitude das variações, diferença entre o produto com maior elevação e aquele com maior queda, mais uma vez foi alta atingindo 42,9 pontos percentuais. Isso significa que houve menos produtos em elevação, mas a variação entre os extremos foi muito ampla.
Nossas previsões descritas no último relatório se concretizaram completamente. Em nosso prognóstico afirmamos que o grupo alimentação apresentaria queda, mas os reajustes nos serviços, principalmente educação, e combustíveis provocariam um aumento no indicador geral de inflação em Varginha.
Para o próximo mês, alguns produtos alimentícios devem apresentar intensificação em suas colheitas, desde que a questão climática, como no caso de excesso de chuvas, não atrase esse processo. Por outro lado, alguns serviços ainda devem apresentar reajustes. Dessa forma, nossa previsão é de estabilidade ou leve aumento na inflação varginhense.
Confira a pesquisa completa clicando aqui.
O IMPC é um indicador geral de inflação calculado pelo Instituto Federal do Sul de Minas (Campus Carmo de Minas), através do Grupo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (GESEc), em parceria com o Núcleo de Extensão, Pesquisa e Internacionalização do Unis e GEESUL. Mensalmente são coletados cerca de 500 preços de 44 itens distribuídos em 5 grandes grupos de gastos, sendo eles: Alimentação, Habitação, Transporte, Educação e Comunicação.
A alta mais relevante ocorreu no grupo educação (8,98%) em virtude dos reajustes nas mensalidades escolares do ensino básico.
Transporte novamente apresentou alta, dessa vez de 0,53% ocasionada pelas correções nos preços médios do etanol (1,26%), gasolina (0,77%) e diesel (0,18%).
O grupo habitação teve queda de -0,06% com destaque para produtos de limpeza geral da residência (0,18%) e os de higiene pessoal (-0,20%).
A Alimentação diminuiu -1,81%. As maiores elevações ocorreram com tomate (15,99%), carne bovina (2,75%) e feijão carioquinha (2,50%) devido aos menores ritmos de maturação e colheita no caso do tomate e feijão, e a maior demanda interna e externa em relação à carne. Os principais recuos de preços foram com batata (-26,93%), cebola (-21,31%) e banana (-13,58%) graças à intensificação de oferta destes produtos que é comum nesse período do ano.
O grupo comunicação se manteve estável com leve queda de -0,01%.
A nível Brasil, a inflação medida pelo IPCA (IBGE) indicou alta de 0,33%, mesmo resultado do mês de dezembro. As principais convergências ocorreram nos grupos transporte e habitação. Também houve desaceleração no grupo alimentação a nível nacional, mas com o indicador ainda permanecendo no campo positivo.
A difusão inflacionária, que representa a quantidade relativa de produtos pesquisados que apresentaram alta nos preços médios, foi de 36,4% em Varginha no mês de janeiro, abaixo do resultado do mês anterior quando atingiu 45,5%. No entanto, a amplitude das variações, diferença entre o produto com maior elevação e aquele com maior queda, mais uma vez foi alta atingindo 42,9 pontos percentuais. Isso significa que houve menos produtos em elevação, mas a variação entre os extremos foi muito ampla.
Nossas previsões descritas no último relatório se concretizaram completamente. Em nosso prognóstico afirmamos que o grupo alimentação apresentaria queda, mas os reajustes nos serviços, principalmente educação, e combustíveis provocariam um aumento no indicador geral de inflação em Varginha.
Para o próximo mês, alguns produtos alimentícios devem apresentar intensificação em suas colheitas, desde que a questão climática, como no caso de excesso de chuvas, não atrase esse processo. Por outro lado, alguns serviços ainda devem apresentar reajustes. Dessa forma, nossa previsão é de estabilidade ou leve aumento na inflação varginhense.
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