A nova secretária de Estado de Desenvolvimento Social, Ana Lúcia Gazolla, natural de Três Corações, no Sul de Minas, recebeu em audiência no seu gabinete o presidente da Câmara Municipal de Três Corações, Cássio Luiz Arantes, Cassinho do Jukita (DEM), e o secretário da Mesa Diretora, Altair Nogueira (PHS). Os dirigentes políticos tricordianos apresentaram as congratulações à ilustre conterrânea pela sua nomeação a importante cargo do primeiro escalão do governo estadual, fato que sinaliza a dimensão da nova classe política tricordiana e revela a competência da secretária Ana Lúcia Gazolla, ex-reitora da UFMG e ex-diretora da UNESCO que se colocou a disposição para trabalhar pelos interesses da comunidade tricordiana na capital mineira. Durante a audiência, Ana Lúcia Gazolla recebeu das mãos de Cassinho do Jukita e de Altair Nogueira uma placa de prata em reconhecimento do seu trabalho e após agradecer pela homenagem, parabenizou o trabalho dos vereadores tricordianos e elogiou em especial o presidente Cassinho pela firmeza da posição adotada em defesa dos interesses da UNINCOR em recente reunião da Câmara. Esse é um assunto em que a Secretária de Estado afirmou dedicar especial atenção.
Na sessão de julgamento desta quarta-feira (8), o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), por cinco votos a um, reformou a decisão do juízo da 216ª Zona Eleitoral e reconheceu a fraude à cota de gênero, praticada pelo Partido Liberal (PL) de Ribeirão Vermelho (Campo das Vertentes), nas eleições para vereador de 2024. Com a decisão, foi cassado o vereador eleito pela agremiação, Roberto Carlos Venâncio. Na decisão de primeira instância, o juiz eleitoral considerou que a candidatura de Natalina do Carmo Paulino Naves não era simulada, reconhecendo que o fato de doença na família caracterizou a desistência voluntária, o que afastaria a fraude. O relator do processo no TRE-MG, Vinicius Diniz Monteiro de Barros, entendeu demonstrados os critérios fixados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a configuração da fraude à cota de gênero: votação inexpressiva da candidata Natalina (um voto), prestação de contas padronizada e sem movimentação financeira relevante, e ausência d...

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