Paulo Abi-Ackel, do PSDB mineiro, repercutiu auditoria do TCU que revelou, segundo ele, disparidades na distribuição de recursos públicos para auxiliar catástrofes naturais no país e a falta de transparência na aplicação do montante que não foi efetivamente pago aos estados. Paulo Abi-Ackel, considerou inaceitáveis as discrepâncias na distribuição das verbas e a concentração de recursos em poucas unidades da Federação, atingidas por catástrofes naturais. Ele pediu ao Palácio do Planalto para trabalhar de maneira imparcial e evitar que estados como a Bahia recebam tratamento especial. A reportagem da Voz do Brasil da sexta-feira, 9, faz referência ao discurso proferido pelo deputado Paulo Abi-Ackel na última quinta-feira, 8, que pode ser lido nesse post: Deputado Federal Paulo Abi-Ackel profere discurso no plenário da Câmara Federal.
Lavras registrou recentemente um caso envolvendo o aparecimento de barbeiros em área urbana de Lavras Hanseníase, doença de Chagas, leishmaniose, tuberculose e arboviroses continuam afetando milhares de brasileiros e preocupando pesquisadores, profissionais da saúde e autoridades sanitárias. Mesmo após décadas de avanços científicos, muitas dessas enfermidades seguem presentes — impulsionadas pela desigualdade social, diagnóstico tardio, mudanças ambientais e dificuldades de acesso aos serviços de saúde. Em Minas Gerais, o alerta também passa pelas arboviroses. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde, o estado já ultrapassa 52 mil casos prováveis de dengue em 2026. Ao mesmo tempo, doenças historicamente negligenciadas continuam presentes no estado. Entre 2020 e 2025, Minas Gerais registrou 5.570 novos casos de hanseníase, segundo o Boletim Epidemiológico Estadual da Hanseníase 2026. O próprio estado reconhece a existência de bolsões de transmissão ativa da doença. Na ...

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