Paulo Abi-Ackel, do PSDB mineiro, repercutiu auditoria do TCU que revelou, segundo ele, disparidades na distribuição de recursos públicos para auxiliar catástrofes naturais no país e a falta de transparência na aplicação do montante que não foi efetivamente pago aos estados. Paulo Abi-Ackel, considerou inaceitáveis as discrepâncias na distribuição das verbas e a concentração de recursos em poucas unidades da Federação, atingidas por catástrofes naturais. Ele pediu ao Palácio do Planalto para trabalhar de maneira imparcial e evitar que estados como a Bahia recebam tratamento especial. A reportagem da Voz do Brasil da sexta-feira, 9, faz referência ao discurso proferido pelo deputado Paulo Abi-Ackel na última quinta-feira, 8, que pode ser lido nesse post: Deputado Federal Paulo Abi-Ackel profere discurso no plenário da Câmara Federal.
Por muito pouco, duas dúzias de municípios mineiros não colocaram R$ 18,9 milhões do orçamento público em contratos de shows e infraestrutura de eventos. Este movimento é um exemplo concreto de inversão de prioridades, quando o orçamento da administração pública segue a trilha do capital político de curto prazo em detrimento à obrigação constitucional de garantir serviços básicos e contínuos à população. Relatório elaborado pela Diretoria de Auditoria e Avaliação de Políticas Públicas do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) brecou gastos que estavam na mira das prefeituras de Capelinha, Crucilândia, Ipaba, Ipatinga, Nazareno, Peçanha, Sacramento, Santa Bárbara do Tugúrio, São João da Ponte, São João do Oriente, São Vicente de Minas e Várzea da Palma. O escopo do estudo elaborado pela área técnica do Tribunal abrangeu o exercício orçamentário desses municípios em 2024 e o planejamento para 2025, auditando contratos de shows e aluguel de equipamentos e infraestrutura. O r...

Comentários