Em recente reunião com o secretario de Administração e Recursos Humanos, Alexssandro Henrique de Souza; o secretario de Obras, Modesto de Castro; o assessor Carlos Augusto Valladão Mattos e a servidora Maria Inês Pereira, o prefeito Faustinho Ximenes (PSDB) ponderou sobre a necessidade do retorno das atividades do refeitório no almoxarifado da Prefeitura. No entendimento do prefeito, é muito importante o retorno de suas atividades, desde que bem planejadas e estudadas as viabilidades técnicas e econômicas. Mostrando muito interesse sobre o assunto, Faustinho solicitou, então, que seja montada, o mais rápido possível, uma comissão para os estudos e apresentação do projeto do retorno do refeitório para os servidores. O secretário Alex, entusiasta da ideia, acha que a decisão do prefeito significa mais um importante beneficio destinado aos servidores.
Por muito pouco, duas dúzias de municípios mineiros não colocaram R$ 18,9 milhões do orçamento público em contratos de shows e infraestrutura de eventos. Este movimento é um exemplo concreto de inversão de prioridades, quando o orçamento da administração pública segue a trilha do capital político de curto prazo em detrimento à obrigação constitucional de garantir serviços básicos e contínuos à população. Relatório elaborado pela Diretoria de Auditoria e Avaliação de Políticas Públicas do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCEMG) brecou gastos que estavam na mira das prefeituras de Capelinha, Crucilândia, Ipaba, Ipatinga, Nazareno, Peçanha, Sacramento, Santa Bárbara do Tugúrio, São João da Ponte, São João do Oriente, São Vicente de Minas e Várzea da Palma. O escopo do estudo elaborado pela área técnica do Tribunal abrangeu o exercício orçamentário desses municípios em 2024 e o planejamento para 2025, auditando contratos de shows e aluguel de equipamentos e infraestrutura. O r...

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