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CUSTO DA CESTA BÁSICA EM TRÊS PONTAS SOBE 1,11% ENTRE ABRIL E MAIO


Na segunda pesquisa de coleta de preços dos itens da cesta básica em Três Pontas, no Sul de Minas, foi possível determinar o índice de inflação dessa cesta (ICB – FATEPS/UNIS) que ficou em 1,11% entre os meses de abril e maio.

A pesquisa é realizada através da coleta de preços de 13 produtos que compõem a cesta básica nacional de alimentos nos principais supermercados da cidade, seguindo o padrão metodológico adotado pelo DIEESE a nível nacional. Destaca-se que a coleta foi realizada tomando todos os devidos cuidados de prevenção solicitados pelas autoridades de saúde em função da pandemia de Covid-19.

A pesquisa indicou que neste mês de maio o valor médio da cesta básica nacional de alimentos para o sustento de uma pessoa adulta na cidade de Três Pontas é de R$434,18, correspondendo a 45,16% do salário mínimo líquido. Dessa forma, o trabalhador que recebe um salário mínimo mensal precisa trabalhar 91 horas e 24 minutos por mês para adquirir essa cesta.

Entre os meses de abril e maio de 2020, dos 13 produtos componentes da cesta básica pesquisada em Três Pontas, sete apresentaram alta dos preços médios: batata, feijão carioquinha, carne bovina, arroz, farinha de trigo, tomate e óleo de soja. Seis produtos tiveram queda em seus preços médios: banana, manteiga, leite integral, café em pó, pão francês e açúcar refinado.

É possível notar que os resultados deste mês mostram a influência tanto do comportamento da oferta como, principalmente, da demanda. As incertezas provocadas pela pandemia do novo coronavírus e a elevação do consumo de alguns bens alimentícios mais essenciais, inclusive com práticas de estocagem por parte dos consumidores, são fatores que explicam as elevações que ocorreram neste mês em alguns itens e no índice da cesta básica.

Reiteramos que, de acordo com o Ministério da Agricultura e a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), não há riscos de desabastecimento dos gêneros alimentícios, visto que a produção, a distribuição e a venda estão mantidas. É fundamental que os consumidores evitem compras em grande quantidade visando apenas estocar alimentos, o que pode elevar a demanda muito acima da capacidade do abastecimento e da oferta, influenciando assim os preços dos produtos e provocando inflação ainda maior na cesta básica.

A pesquisa completa pode ser acessada clicando aqui.

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