A Secretaria Municipal de Saúde divulgou o resultado do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 em Poços de Caldas. O Índice de Infestação Predial foi de 1,8%, o que coloca o município em situação de alerta, com médio risco para epidemia de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.
Foram vistoriados 3.529 imóveis em diferentes regiões da cidade. O levantamento identificou 73 focos positivos do mosquito em 62 imóveis, sendo 61 em residências e apenas um em terreno baldio. O dado mostra que 98% dos focos estavam dentro das residências.
Em relação aos criadouros, 26% dos focos foram encontrados em depósitos móveis e 57,6% em depósitos passíveis de remoção, como garrafas, latas, pratinhos de plantas e bebedouros de animais. Ao todo, 83,6% dos focos são de fácil eliminação.
As regiões Leste, Sul e Centro apresentaram os maiores índices de infestação.
De acordo com o coordenador da Divisão de Saúde Ambiental, Jorge Miguel Ferreira do Lago, o resultado reforça a necessidade de atenção da população. “A maioria dos focos foi encontrada dentro das residências, em recipientes simples e de fácil eliminação. A participação da população é essencial para reduzir a infestação do mosquito”, afirma.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que os moradores realizem vistorias semanais em seus imóveis, eliminando qualquer recipiente que possa acumular água, principal medida para prevenir a proliferação do Aedes aegypti.
Foram vistoriados 3.529 imóveis em diferentes regiões da cidade. O levantamento identificou 73 focos positivos do mosquito em 62 imóveis, sendo 61 em residências e apenas um em terreno baldio. O dado mostra que 98% dos focos estavam dentro das residências.
Em relação aos criadouros, 26% dos focos foram encontrados em depósitos móveis e 57,6% em depósitos passíveis de remoção, como garrafas, latas, pratinhos de plantas e bebedouros de animais. Ao todo, 83,6% dos focos são de fácil eliminação.
As regiões Leste, Sul e Centro apresentaram os maiores índices de infestação.
De acordo com o coordenador da Divisão de Saúde Ambiental, Jorge Miguel Ferreira do Lago, o resultado reforça a necessidade de atenção da população. “A maioria dos focos foi encontrada dentro das residências, em recipientes simples e de fácil eliminação. A participação da população é essencial para reduzir a infestação do mosquito”, afirma.
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que os moradores realizem vistorias semanais em seus imóveis, eliminando qualquer recipiente que possa acumular água, principal medida para prevenir a proliferação do Aedes aegypti.
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