O último mês de 2025 apresentou recuo no Indicador de Dinâmica Produtiva (IdP) do Brasil e de Minas Gerais após três meses consecutivos de expansão conjunta. O IdP é um indicador de natureza conjuntural calculado mensalmente pelo Grupo de Pesquisas e Estudos Socioeconômicos (GESEc) do Instituto Federal do Sul de Minas (Campus Carmo de Minas), em parceria com o Núcleo de Extensão, Pesquisa e Internacionalização do Grupo UNIS e o GEESUL.
No seu cálculo, o IdP utiliza dados retirados do IBGE, como o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), a Pesquisa Mensal do Comércio Varejista Ampliado (PMC) e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), todos com dois meses de defasagem.
A nível Brasil, o IdP teve queda de -0,78% em dezembro, sendo este o primeiro mês com recuo desde junho. Somente o setor agrícola apresentou resultado positivo (0,67%). Comércio e serviços recuaram em conjunto -0,77%, com os serviços caindo -0,36% e comércio varejista ampliado -1,18%. A indústria teve a maior diminuição (-1,23%), demonstrando uma desaceleração considerável neste setor. Mesmo com esses resultados, ao comparar a dinâmica produtiva de dezembro de 2025 com o mesmo mês de 2024, o resultado foi um crescimento de 3,32% na série sem o ajuste sazonal. Segundo o coordenador da pesquisa, professor Pedro Portugal “nossas previsões não se confirmaram, pois se imaginava um avanço no IdP brasileiro em dezembro, especialmente dos setores comércio e serviços”.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB nacional, teve resultados semelhantes. No mês de dezembro, houve recuo de -0,2% em comparação com novembro. Ao comparar com o mesmo mês de 2024, a elevação foi de 3,1%, muito próximo do IdP.
Em Minas Gerais, a dinâmica produtiva apresentou contração forte de -1,66%, após três meses com expansão. Nenhum setor teve crescimento. A maior queda ocorreu com a indústria (-4,68%), interrompendo as recuperações ocorridas nos meses anteriores. O setor agrícola ficou estável com resultado de -0,01%. Comércio e serviços recuaram -0,35%, com os serviços diminuindo -0,77% e o comércio varejista ampliado avançando 0,11%.
Ainda de acordo com o professor Pedro “a ausência de crescimento nos setores de comércio e serviços e as fortes quedas na indústria explicam o recuo do IdP em ambos os entes. Para janeiro de 2026, nossas perspectivas apontam para crescimento na dinâmica produtiva brasileira e mineira com a provável recuperação dos setores de comércio e serviços”.
Confira a pesquisa completa clicando aqui.
No seu cálculo, o IdP utiliza dados retirados do IBGE, como o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), a Pesquisa Mensal do Comércio Varejista Ampliado (PMC) e a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), todos com dois meses de defasagem.
A nível Brasil, o IdP teve queda de -0,78% em dezembro, sendo este o primeiro mês com recuo desde junho. Somente o setor agrícola apresentou resultado positivo (0,67%). Comércio e serviços recuaram em conjunto -0,77%, com os serviços caindo -0,36% e comércio varejista ampliado -1,18%. A indústria teve a maior diminuição (-1,23%), demonstrando uma desaceleração considerável neste setor. Mesmo com esses resultados, ao comparar a dinâmica produtiva de dezembro de 2025 com o mesmo mês de 2024, o resultado foi um crescimento de 3,32% na série sem o ajuste sazonal. Segundo o coordenador da pesquisa, professor Pedro Portugal “nossas previsões não se confirmaram, pois se imaginava um avanço no IdP brasileiro em dezembro, especialmente dos setores comércio e serviços”.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB nacional, teve resultados semelhantes. No mês de dezembro, houve recuo de -0,2% em comparação com novembro. Ao comparar com o mesmo mês de 2024, a elevação foi de 3,1%, muito próximo do IdP.
Em Minas Gerais, a dinâmica produtiva apresentou contração forte de -1,66%, após três meses com expansão. Nenhum setor teve crescimento. A maior queda ocorreu com a indústria (-4,68%), interrompendo as recuperações ocorridas nos meses anteriores. O setor agrícola ficou estável com resultado de -0,01%. Comércio e serviços recuaram -0,35%, com os serviços diminuindo -0,77% e o comércio varejista ampliado avançando 0,11%.
Ainda de acordo com o professor Pedro “a ausência de crescimento nos setores de comércio e serviços e as fortes quedas na indústria explicam o recuo do IdP em ambos os entes. Para janeiro de 2026, nossas perspectivas apontam para crescimento na dinâmica produtiva brasileira e mineira com a provável recuperação dos setores de comércio e serviços”.
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