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PREFEITURA ESTUDA RECISÃO COM EMPRESA CONTRATADA QUE NÃO ESTÁ FAZENDO A COLETA DE LIXO EM GUAXUPÉ

Macchione não está cumprindo com acordo e tem prazo de 24 horas para apresentar documentação

Desde a tarde do último sábado, 26 com o término do contrato com a empresa Constroeste, a Prefeitura de Guaxupé, no Sul de Minas, vem enfrentando um sério problema em relação à coleta de lixo na cidade. 

Com contrato assinado desde o dia 2 de maio, a empresa Macchione, não iniciou os trabalhos no domingo e desde então, a coleta vem sendo realizada precariamente e parcialmente pelos servidores da Secretaria Municipal de Obras. 

O jurídico da prefeitura já estuda possibilidades de recisão contratual, uma vez que a empresa não vem cumprindo com o contrato.

De acordo com a empresa, após ser notificada, o motivo alegado para que a mesma não estivesse ainda instalada em Guaxupé seria a paralisação dos caminhoneiros e a dificuldades  em trazer seus caminhões e equipamentos para a cidade.

Em reunião ocorrida na segunda-feira, 28, a Macchione confirmou que no dia seguinte, ou seja, na terça-feira, 29, a situação seria parcialmente atendida utilizando para tanto 02 caminhões.

Ainda na segunda-feira, a empresa recebeu um e-mail da Prefeitura para que pudesse confirmar o início dos trabalhos na terça. 

Segundo a prefeitura da cidade, daí pra frente, a Macchione não deu mais nenhuma satisfação, nem à Prefeitura e nem mesmo à população de Guaxupé que aguarda o desenrolar desta situação que beira à calamidade, haja vista que a coleta que vem sendo feita pela Secretaria Municipal de Obras é precária e não atende o cronograma, já que não possui homens e nem equipamentos suficientes e específicos para este tipo de serviço.

Nesta terça-feira, 29, a prefeitura novamente notificou a empresa para que ela apresente no prazo de 24 horas documentos como contrato de locação do imóvel, comprovante de ligação de energia elétrica, água, telefone, internet, bem como o alvará de funcionamento com o respectivo AVCB e a listagem dos funcionários contratados e cópias de todas as carteiras de trabalho.

O jurídico da prefeitura entende que independente de paralisação que estava ocorrendo nos últimos dias, a contratação de funcionários, bem como o contrato de serviços de internet, água, energia, alvará de funcionamento e licença dos Bombeiros, deveriam ter sido providenciados normalmente.

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