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PSB DEVE TER CANDIDATURAS PRÓPRIAS A GOVERNADOR EM PELO MENOS 8 ESTADOS


O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, se reuniu com deputados da bancada do PSB na Câmara dos Deputados, na sede do diretório nacional, em Brasília.

Durante o encontro, que contou com a presença do vice-presidente de Relações Governamentais do partido, Beto Albuquerque, e do líder da bancada, Júlio Delgado (MG), os socialistas analisaram o cenário político nacional e as perspectivas do PSB para a eleição de 2018.

O presidente do PSB abriu a reunião com uma avaliação da conjuntura política e da situação do país, e um prognóstico sobre o potencial eleitoral do partido para a disputa do próximo ano. Na sequência, ouviu a manifestação de cada um dos parlamentares.

Siqueira afirmou que o partido deve lançar candidaturas próprias aos governos de pelo menos oito estados. Para o Senado Federal, prosseguiu, terá nomes competitivos, no mínimo, em três estados.

“Eu tive a oportunidade de ir a pelo menos dez congressos estaduais e, sinceramente, nesses anos todos, nunca vi o partido tão empolgado em formar chapas, tão animado e unido”, afirmou Siqueira.

O socialista reiterou que, diante do quadro nacional indefinido, as decisões eleitorais do partido ocorrerão no próximo ano, no Congresso Nacional, marcado para os dias 1º, 2 e 3 de março.

“Quem tem prazo, não tem pressa. Nesse tempo, nós precisamos ir conversando e, enquanto isso, o nosso quadro interno vai se consolidando, e o quadro externo também”, assinalou.

Sobre o projeto presidencial do PSB, Siqueira disse que não há nenhuma preferência no momento, mas defendeu que um eventual apoio socialista deve observar o que for melhor para as candidaturas do partido nos estados.

“Eu particularmente defendo uma candidatura que ajude os nossos projetos aos governos nos estados. Não temos por que tomar uma decisão que seja prejudicial ao conjunto. Devemos optar pelo que for melhor para o nosso partido, mantendo, claro, coerência com os nossos princípios programáticos”, disse.

A próxima reunião já está marcada para o fim do recesso parlamentar, na primeira semana de fevereiro.

com assessoria

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