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GASTO COM FOLHA DE PAGAMENTO FUNCIONÁRIOS DA CAMARA DE ITAJUBÁ MG TRIPLICA E PASSA DE R$830 MIL

Com 7 votos a favor, a Câmara Municipal de Itajubá na reunião ordinária de quinta-feira, 21, instalou uma Comissão Processante para apurar as possíveis irregularidades na compra de um terreno no bairro Vista, por parte do vereador João Vitor da Costa (PSDB) na gestão passada. Decida por sorteio, a comissão tem como presidente o vereador Robson Vaz (PPS), Antônio Raimundo Santi (PP), relator, Avelino Gonçalves (PP), membro e Valdomiro Cortez (PTB) como suplente. O único voto contra a criação da comissão foi do vereador Sebastião Silvestre da Costa (PMDB). Ele alegou que a decisão de cassação do presidente da Câmara cabe ao Ministério Público. “Eu confio na justiça, nos juízes que vão julgar, portanto a minha posição é não”, justificou o voto. De acordo com Robson, a comissão tem o prazo de cinco dias, contados a partir da última reunião, para dar início aos trabalhos. “Vamos ler a denúncia novamente com detalhes e abrir o prazo de defesa para o denunciado e em cima disso decidir se há a necessidade de ouvir testemunhas e da defesa do denunciado. O prazo para conclusão é de 90 dias, mas se por ventura não chegarmos num resultado neste prazo, a comissão é arquivada e outra pode ser aberta novamente”, explicou.


A reunião foi aberta com a leitura da correspondência assinada pelo presidente do PT em Itajubá, Ulysses Gomes de Oliveira e pela presidente da Central das Associações de Moradores Urbanas e Rurais de Itajubá, Vera Lúcia dos Santos Cardoso. Na carta eles dizem que o vereador João Vitor agiu de “má fé” na compra do terreno para a construção de uma nova sede para a Câmara e em desacordo com o decoro parlamentar

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