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"NO GOVERNO FEDERAL ESTÃO SOBRANDO RECURSOS PARA BONS PROJETOS"

Segundo Campagnolo, nos últimos dez anos R$335 milhões foram investidos nesta área pelo Governo Federal
“No Governo Federal estão sobrando recursos para bons projetos”. O alerta foi dado pelo coordenador geral de Serviços Tecnológicos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Jorge Mario Campagnolo, durante palestra ministrada na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) na manhã desta sexta-feira, 22. Com o tema “Parques Tecnológicos, criando condições para mudar os rumos da inovação tecnológica no país”, a Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico da UFJF conseguiu atrair dezenas de empresários de Juiz de Fora e região, além da comunidade acadêmica, para esta palestra que abordou, também, políticas e programas públicos de apoio aos parques e empresas.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Geração de Emprego e Renda, André Zuchi, que representou o prefeito Bruno Siqueira, abriu a cerimonia falando sobre o recente decreto municipal que reduziu o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), de 5% para 2% para empresas prestadoras de serviços de informática – ato que vai beneficiar diretamente o Parque. Zuchi ainda informou que a Prefeitura busca, atualmente, recursos para viabilizar o acesso ao futuro Parque Científico e Tecnológico de Juiz de Fora e Região (PCTJFR), cujo projeto foi feito pela UFJF.

O palestrante convidado, Jorge Mario Campagnolo, apresentou o montante de recursos disponíveis para parques e empresas no Governo Federal. Segundo o especialista, em dez anos, de 2002 a 2012, foram investidos R$ 335,4 milhões nesta área. Já em 2013, o montante disponível chega a cerca de R$ 650 milhões, por meio de duas chamadas públicas. “Os números mostram que os recursos para parques e empresas que trabalham com inovação cresceram muito no último ano”, informou.

Plano de Negócios do PCTJFR
Após a palestra de Campagnolo, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico da UFJF, Paulo Garcia Nepomuceno, fez uma apresentação do futuro Parque de Juiz de Fora e região que vai ocupar um terreno de mais de um milhão de metros quadrados na BR 040. Segundo Nepomuceno, os serviços que serão oferecidos no PCTJFR foram distribuídos em três grandes áreas de negócio denominadas Imobiliário, Processo de Incubação e Projetos.

O setor Imobiliário será responsável por receber todas as demandas que chegarem até o PCTJFR, analisar qual a real necessidade de cada cliente e encaminhar para a devida área. As empresas residentes, os centros de PD&I, assim como as empresas incubadas, terão à sua disposição infraestrutura completa que englobará laboratórios, auditórios, área de eventos, serviços de telecomunicações de alta tecnologia agregada às empresas de serviços e comércio como restaurante, academia de ginástica, entre outros.

O setor de Incubação de Empresas será dividido em três processos: Pré-incubação, Incubação e Associação de Empresas os quais seguirão o manual de boas práticas do Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (Cerne) da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec). A Pré-incubação terá como objetivo a capacitação de pessoas que desejam desenvolver alguma ideia inovadora. A seleção será por meio de edital. A entrada de empresas na Incubadora se dará após este processo. As empresas incubadas receberão orientações quanto à gestão, mercado, tecnologia, finanças e perfil empreendedor.

Já o setor de Projetos irá atender aquelas demandas que não forem destinadas aos outros setores, mas que sejam intensivas de conhecimento e inovação e que atendam aos interesses do Parque.

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