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MORADORES DE LAMBARI RECLAMAM DE AUSÊNCIA DE LIXÃO

Em Lambari, os moradores do bairro Cerroti reclamam do acúmulo de lixo doméstico próximo às suas casas. Várias cidades da região do Sul de Minas Gerais ainda não possuem aterro sanitário ou controlado. O lixo é depositado a céu aberto e se aproxima cada dia mais da estrada que dá acesso ao bairro. Pelas normas estabelecidas pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), os resíduos deveriam ser depositados em uma área com distância mínima de 100 metros. Como não é fechado, vários animais entram no local para se alimentar. O chorume também escorre pela estrada e se junta a um curso de água que fica ao lado do lixão.O município tem cerca de 18 mil habitantes e, por isso, o lixo também deveria ser coberto com terra no mínimo três vezes por semana.

O engenheiro ambiental da prefeitura, Robson de Oliveira Santos, diz que o município tem um projeto para construção de um centro triagem, mas que ainda não há um prazo para as obras começarem.Ele também afirma que Lambari está em um consórcio com outras cidades do circuito das águas para buscar uma solução definitiva para o lixão.
“As cidades estão se reunindo e escolhendo uma área adequada para o lixão“, afirma.Santos informou que há também a intenção de construir uma usina de reciclagem de lixo, mas a área ainda não foi definida. A Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) autuou a prefeitura de Lambari em R$ 10 mil, em 2006.Segundo a Feam, foi proposto um acordo para que o município melhorasse as condições do lixão. A prefeitura não assinou o acordo e recorreu para não pagar a multa.

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