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LUCRO DA FERNÃO DIAS SOBE 54% NO TRIMESTRE

A concessionária de rodovias OHL Brasil fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 86,3 milhões, o que representa uma alta de 54,3% sobre o resultado apurado nos mesmos três meses do ano passado, de R$ 56 milhões. Com isso, a empresa acumulou ganhos de R$ 205,3 milhões nos nove primeiros meses de 2010, um aumento de 94,3% perante igual intervalo de 2009. O maior volume de tráfego, originado pelo crescimento econômico, o reajuste de tarifas e o início de operação de novos pontos de pedágio explicam a evolução do ganho, de acordo com o relatório de resultados da empresa. Na comparação com o terceiro trimestre de 2009, o tráfego aumentou 14,3% nas concessionárias estaduais e 16,1% nas federais.

A OHL também começou a cobrar pedágio em mais uma praça na rodovia Fernão Dias e iniciou a cobrança bidirecional em duas praças de pedágio na concessionária estadual Centrovias (interior de São Paulo). O reajuste de tarifas aplicado em 1 de julho nas concessionárias estaduais foi de 4,18%.  A receita líquida no trimestre foi de R$ 395,2 milhões, uma alta de 17,9% em relação ao mesmo período de 2009. Já o resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ficou positivo em R$ 259,7 milhões (margem de 65,7%), 23,9% acima dos R$ 209,6 milhões (margem de 62,5%) do terceiro trimestre do ano passado.

A empresa informa que o fluxo de veículos equivalentes nas concessionárias estaduais chegou a 42,382 milhões de julho a setembro. Nas concessionárias federais, o tráfego foi de 110,574 milhões de veículos equivalentes. Vale lembrar que um automóvel de passeio é considerado como um veículo equivalente, enquanto no caso de veículos comerciais o número de veículos equivalentes equivale ao número de eixos possuídos. A OHL Brasil administra 3.226 km em rodovias nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Paraná. Fazem parte da área de atuação da empresa as concessões estaduais Autovias, Centrovias, Intervias e Vianorte; e as concessões federais Fernão Dias, Régis Bittencourt, Litoral Sul, Planalto Sul e Fluminense.
por Paula Cleto, do Valor

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