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VALOR DA CESTA BÁSICA EM TRÊS PONTAS SOBE 0,64% NO MÊS DE NOVEMBRO


Após a queda ocorrida no mês de outubro, o Índice da Cesta Básica de Três Pontas (ICB – FATEPS/UNIS) voltou a subir em novembro, apresentando alta de 0,64% em comparação com o mês anterior. A forte alta de produtos como açúcar refinado e café em pó contribuiu para essa elevação.

A pesquisa ocorre todos os meses através da coleta dos preços de 13 produtos que compõem a cesta básica nacional de alimentos nos principais supermercados da cidade, tendo como base a metodologia adotada pelo DIEESE nas principais capitais brasileiras. No período de 12 meses, de novembro de 2020 a novembro de 2021, a cesta básica teve alta de 11,01% em Três Pontas. Considerando apenas este ano de 2021 o índice acumula alta de 1,50%.

Foi possível verificar que o valor médio da cesta básica nacional de alimentos para o sustento de uma pessoa adulta na cidade de Três Pontas neste mês de novembro foi de R$552,76. Isso corresponde a 54,33% do salário mínimo líquido. Dessa forma, um trabalhador que recebe um salário mínimo mensal precisa trabalhar 110 horas e 33 minutos por mês para adquirir essa cesta em Três Pontas.

Entre os meses de outubro e novembro deste ano, dos 13 produtos componentes da cesta básica pesquisada em Três Pontas, nove tiveram alta dos preços médios: açúcar refinado, café em pó, leite integral, óleo de soja, carne bovina, banana, farinha de trigo, arroz e pão francês. Quatro produtos tiveram queda em seus preços médios: batata, tomate, manteiga e feijão carioquinha.

Essa elevação no índice da cesta básica em Três Pontas fez o seu valor atingir o segundo maior patamar desde o início da pesquisa em abril de 2020, reforçando assim os impactos que as famílias estão sofrendo em seu orçamento. A alta no índice somente não foi maior devido à queda nos preços de produtos como batata e tomate que possuem uma participação forte no consumo das famílias, maior que os dois produtos que tiveram as fortes altas: açúcar refinado e café em pó. O comportamento dos preços nos próximos meses será muito dependente da dinâmica da oferta e do comportamento da demanda, principalmente externa. Reforçamos a necessidade de os consumidores ficarem atentos às possibilidades de substituição de produtos e marcas a fim de diminuir o impacto no orçamento doméstico.

A pesquisa completa pode ser acessada clicando aqui.

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