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CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DO CESUL CONTINUA POSITIVA


A primeira pesquisa de 2022 sobre a confiança dos empresários do Conselho Empresarial do Sul de Minas (CESUL) apresentou pouca alteração no contexto geral, mantendo-se muito próximo do resultado no final de 2021.

A confiança deste empresariado continua positiva, porém não evoluiu tão fortemente quanto se esperava. As melhorias no combate à pandemia foram quase neutralizadas por fatores econômicos como a inflação e o início do conflito entre Rússia e Ucrânia que adicionaram incertezas na decisão empresarial.

A pesquisa é conduzida pelo Departamento de Pesquisa do Unis em conjunto com o Cesullab, GEESUL e a Educação Corporativa do Unis. A mesma foi aplicada na reunião presencial do CESUL no dia 11 de março e refere-se à percepção atual sobre o 1º trimestre de 2022 e as perspectivas para o 2º trimestre deste ano.

O índice geral de confiança (média entre visão atual e futura) apresentou o resultado de 108,42 uma leve queda de 0,33 pontos em comparação com a pesquisa realizada em dezembro de 2021. Com relação ao índice de confiança atual (referente ao 1° trimestre/2022) o resultado foi de 105,50 representando uma queda de 2,17 pontos em relação ao trimestre anterior. Já no que se refere às perspectivas para o 2° trimestre de 2022, o índice de confiança futura apresentou o resultado de 111,33 indicando aumento de 1,50 pontos em comparação com a pesquisa passada.

Com relação às perspectivas futuras para o 2º trimestre de 2022, a pesquisa apresentou que os empresários continuam otimistas e com confiança positiva em cinco quesitos analisados. Os melhores resultados são Segmento de Atuação, Vendas e Contratações, todos eles tiveram alta em relação à pesquisa anterior.

Somente um quesito ficou no campo negativo e pessimista tanto no contexto atual quanto na perspectiva futura: Economia Nacional.

Os resultados desta sondagem demonstram que o empresariado continua otimista e com visão positiva em um nível muito semelhante à pesquisa anterior e bem melhor que os resultados do primeiro trimestre de 2021. A expansão da vacinação e o melhor controle sobre a pandemia são fatores que contribuem para esse resultado. No entanto, ele não foi melhor em razão de incertezas sobre a economia devido a fatores internos, como a forte inflação e a alta das taxas de juros, e questões externas como o conflito entre Rússia e Ucrânia. Tais fatos impactam negativamente na formação de expectativas e na decisão de investimentos pelas empresas. É importante a adoção de políticas governamentais que permitam o melhor controle dos preços e a minimização dos impactos deste conflito.

A pesquisa completa pode ser acessada clicando aqui.

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