O Conjunto Moderno da Pampulha permanece como um dos principais espaços de lazer, convivência e recreação da população de Belo Horizonte, consolidando a importância não apenas como patrimônio cultural reconhecido internacionalmente que atrai milhares de turistas todo ano, mas também como um equipamento urbano de uso cotidiano pelos moradores.
Segundo pesquisa realizada pela Belotur, por meio do Observatório do Turismo de Belo Horizonte, a Pampulha é percebida pelos moradores principalmente como um espaço de lazer, convivência e bem-estar. Para 69,3% dos entrevistados, o principal motivo para visitar o Conjunto Moderno da Pampulha é o lazer e o passeio, percentual significativamente superior às demais motivações.
A prática de atividades esportivas aparece em segundo lugar, com 9,0% das respostas. Os resultados evidenciam que a Pampulha ocupa um lugar de destaque no cotidiano da população, consolidando-se como um espaço de convivência, qualidade de vida e fruição do patrimônio cultural.
Outro dado que reforça essa percepção é a intenção de retorno ao destino. Praticamente a totalidade dos entrevistados (99,6%) afirmou que pretende voltar à Pampulha, índice que demonstra o elevado grau de satisfação dos moradores e o forte vínculo que mantêm com o local. O índice evidencia não apenas o potencial de fidelização do público, como também reforça a importância do Complexo da Pampulha como um dos principais espaços de lazer, cultura e convivência de Belo Horizonte.
Perfil dos moradores de BH que visitam o Complexo
O perfil dos entrevistados revela predominância de um público adulto, com idade média de 37,1 anos, caracterizando uma população economicamente ativa e com elevado potencial de consumo de atividades de lazer e turismo. Observa-se ainda uma distribuição equilibrada entre os gêneros, com 51,8% de homens e 48,2% de mulheres, indicando que a Pampulha atrai públicos diversos.
Em relação à origem dos entrevistados, destacam-se as regionais Nordeste (23,7%) e Pampulha (23,7%), seguidas por Venda Nova (14,8%), evidenciando que o atrativo exerce influência sobre diferentes áreas da cidade, não só em sua região de inserção e reforçando sua centralidade como espaço de lazer para moradores de Belo Horizonte.
O nível de escolaridade dos participantes também merece destaque. Aproximadamente metade da amostra possui formação superior ou pós-graduação (39,3% com ensino superior completo e 12,2% com pós-graduação), enquanto 38% concluíram o ensino médio. Quanto à renda familiar, observa-se predominância das faixas entre 1 e 5 salários mínimos, que concentram pouco mais da metade dos entrevistados (50,6%), seguida pelos grupos com renda entre 5 e 10 salários mínimos (25,3%).
Os dados também revelam os hábitos de visitação ao Complexo da Pampulha. A visita ocorre predominantemente em grupo familiar, sendo que 34,5% dos entrevistados frequentam a Pampulha com familiares e filhos, enquanto 25,3% realizam o passeio em casal. Apenas 16,5% visitam o local sozinhos. No que diz respeito ao acesso ao destino, observa-se predominância do veículo próprio (54,9%), seguido pelos serviços de transporte por aplicativo (22,1%) e pelo transporte coletivo (11,4%). Esse comportamento mostra a elevada dependência do transporte individual para acessar a região.
Importante destacar que Belo Horizonte conta, há seis meses, com o Programa Catraca Livre, que garante gratuidade no transporte coletivo municipal aos domingos e feriados, ampliando o acesso da população e dos visitantes aos diversos atrativos turísticos da cidade, incluindo a região da Pampulha.
Entre os serviços utilizados durante a visita, destacam-se os bares e restaurantes (26,3%). Os serviços de transporte por aplicativo (15,3%) e os guias turísticos (9,0%) aparecem em seguida. Quanto às fontes de informação, verifica-se predominância de fontes variadas (27,3%), seguida pelos perfis oficiais da Prefeitura de Belo Horizonte no Instagram (18,9%) e pela recomendação de parentes e amigos (16,7%).
Quando questionados sobre os atrativos que recomendariam a outras pessoas, os entrevistados destacaram a Igreja São Francisco de Assis (20,3%), seguida pelo Parque Ecológico da Pampulha (14,4%) e pelo Mineirão (14,1%). O resultado evidencia que a experiência da Pampulha não se restringe ao Conjunto Moderno reconhecido pela Unesco, mas incorpora outros equipamentos culturais, esportivos e ambientais que enriquecem a oferta turística da região.
Os elementos que mais chamaram a atenção dos moradores foram as atividades de lazer (24%), a paisagem (23,6%), a natureza (19,6%), a arquitetura (14,2%) e o espelho d'água (10,5%).
Segundo pesquisa realizada pela Belotur, por meio do Observatório do Turismo de Belo Horizonte, a Pampulha é percebida pelos moradores principalmente como um espaço de lazer, convivência e bem-estar. Para 69,3% dos entrevistados, o principal motivo para visitar o Conjunto Moderno da Pampulha é o lazer e o passeio, percentual significativamente superior às demais motivações.
A prática de atividades esportivas aparece em segundo lugar, com 9,0% das respostas. Os resultados evidenciam que a Pampulha ocupa um lugar de destaque no cotidiano da população, consolidando-se como um espaço de convivência, qualidade de vida e fruição do patrimônio cultural.
Outro dado que reforça essa percepção é a intenção de retorno ao destino. Praticamente a totalidade dos entrevistados (99,6%) afirmou que pretende voltar à Pampulha, índice que demonstra o elevado grau de satisfação dos moradores e o forte vínculo que mantêm com o local. O índice evidencia não apenas o potencial de fidelização do público, como também reforça a importância do Complexo da Pampulha como um dos principais espaços de lazer, cultura e convivência de Belo Horizonte.
Perfil dos moradores de BH que visitam o Complexo
O perfil dos entrevistados revela predominância de um público adulto, com idade média de 37,1 anos, caracterizando uma população economicamente ativa e com elevado potencial de consumo de atividades de lazer e turismo. Observa-se ainda uma distribuição equilibrada entre os gêneros, com 51,8% de homens e 48,2% de mulheres, indicando que a Pampulha atrai públicos diversos.
Em relação à origem dos entrevistados, destacam-se as regionais Nordeste (23,7%) e Pampulha (23,7%), seguidas por Venda Nova (14,8%), evidenciando que o atrativo exerce influência sobre diferentes áreas da cidade, não só em sua região de inserção e reforçando sua centralidade como espaço de lazer para moradores de Belo Horizonte.
O nível de escolaridade dos participantes também merece destaque. Aproximadamente metade da amostra possui formação superior ou pós-graduação (39,3% com ensino superior completo e 12,2% com pós-graduação), enquanto 38% concluíram o ensino médio. Quanto à renda familiar, observa-se predominância das faixas entre 1 e 5 salários mínimos, que concentram pouco mais da metade dos entrevistados (50,6%), seguida pelos grupos com renda entre 5 e 10 salários mínimos (25,3%).
Os dados também revelam os hábitos de visitação ao Complexo da Pampulha. A visita ocorre predominantemente em grupo familiar, sendo que 34,5% dos entrevistados frequentam a Pampulha com familiares e filhos, enquanto 25,3% realizam o passeio em casal. Apenas 16,5% visitam o local sozinhos. No que diz respeito ao acesso ao destino, observa-se predominância do veículo próprio (54,9%), seguido pelos serviços de transporte por aplicativo (22,1%) e pelo transporte coletivo (11,4%). Esse comportamento mostra a elevada dependência do transporte individual para acessar a região.
Importante destacar que Belo Horizonte conta, há seis meses, com o Programa Catraca Livre, que garante gratuidade no transporte coletivo municipal aos domingos e feriados, ampliando o acesso da população e dos visitantes aos diversos atrativos turísticos da cidade, incluindo a região da Pampulha.
Entre os serviços utilizados durante a visita, destacam-se os bares e restaurantes (26,3%). Os serviços de transporte por aplicativo (15,3%) e os guias turísticos (9,0%) aparecem em seguida. Quanto às fontes de informação, verifica-se predominância de fontes variadas (27,3%), seguida pelos perfis oficiais da Prefeitura de Belo Horizonte no Instagram (18,9%) e pela recomendação de parentes e amigos (16,7%).
Quando questionados sobre os atrativos que recomendariam a outras pessoas, os entrevistados destacaram a Igreja São Francisco de Assis (20,3%), seguida pelo Parque Ecológico da Pampulha (14,4%) e pelo Mineirão (14,1%). O resultado evidencia que a experiência da Pampulha não se restringe ao Conjunto Moderno reconhecido pela Unesco, mas incorpora outros equipamentos culturais, esportivos e ambientais que enriquecem a oferta turística da região.
Os elementos que mais chamaram a atenção dos moradores foram as atividades de lazer (24%), a paisagem (23,6%), a natureza (19,6%), a arquitetura (14,2%) e o espelho d'água (10,5%).
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