O cultivo de hortas dentro do ambiente escolar traz inúmeros benefícios para estudantes, professores e demais profissionais da educação. O tempo ao ar livre, aprendizado na prática sobre meio ambiente, sustentabilidade, alimentação, contato com a natureza, além da colheita de temperos e vegetais fresquinhos e orgânicos, são algumas das vantagens das hortas pedagógicas.
Segundo levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Educação, as mudas mais cultivadas nas escolas municipais da capital em 2025 foram alface, cebolinha, couve e salsinha. Em parceria com a Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, alinhado à Política Municipal de Agricultura Urbana, só neste ano, foram plantadas 146 mudas nas hortas de instituições da rede municipal.
“As escolas escolhem essas espécies porque elas têm um ciclo de vida mais curto, o que permite que a criança acompanhe todo o processo e faça a colheita mais rápida. Além disso, são plantas com um alto valor nutritivo. O resultado da horta enriquece a merenda escolar e, como a produção costuma ser muito boa, os alunos ainda levam as hortaliças para casa, compartilhando o alimento com a família”, explica Mariza Carvalho, coordenadora do projeto EcoEscola e membro da gerência de educação integral da Smed.
Segundo ela, a relação entre os estudantes e as hortas é transformadora, já que muitos dos estudantes vivem em contextos urbanos, onde quase não existe o contato direto com a terra ou com as plantas.
Da horta à mesa
Na Escola Municipal Júlia Paraíso, da regional da Pampulha, a horta é parte importante da vivência dos estudantes. A professora Roselene Maria, coordenadora do projeto, afirma ter percebido resultados positivos no comportamento alimentar dos estudantes desde que passaram a acompanhar o crescimento das plantinhas. “Os resultados do Projeto Horta são positivos e alcançamos todos os objetivos propostos. As crianças não rejeitam nenhum tipo de alimento oferecido e recebemos muitos elogios das famílias pelo trabalho desenvolvido”, afirma.
De acordo com a educadora, cerca de 380 alunos participam diariamente da oficina e outros 150 estão aguardando vaga para participarem do programa, que atende a crianças do 1º ao 5º ano do fundamental, de 6 a 12 anos.
Sementes
A coordenadora do projeto Horta dos Sabores, na Emei Santa Cruz, da regional Nordeste, disse que o objetivo do projeto é transformar o ambiente escolar em um espaço de aprendizagem mais inclusivo e sustentável, desenvolver o amor pela terra e incentivar a alimentação saudável.
Com cerca de 200 participantes, o projeto tem sido um verdadeiro sucesso entre os pequenos, que atuam diretamente na manutenção das hortaliças. “A gente tem um carinho muito grande pela nossa horta. Estamos agora cuidando dos canteiros novamente e fazendo novas plantações, junto com as crianças”, afirma Walquiria Almeida, coordenadora pedagógica da escola.
Na unidade, os estudantes cultivam alface, couve, almeirão, cebolinha, beterraba, mostarda, salsinha e coentro, além de algumas frutas, como mamão e morango. “Escolhemos essas opções por serem culturas de fácil manejo e adaptação, ciclo rápido, fácil cultivo em vasos e em solo, colheita contínua e saudável", disse a coordenadora da unidade.
As escolas municipais e as da rede parceira interessadas na criação e manutenção de hortas escolares e compostagem devem solicitar o fornecimento de mudas de hortaliças, adubos e orientação pelo formulário presente na página do Programa EcoEscola BH.
Segundo levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Educação, as mudas mais cultivadas nas escolas municipais da capital em 2025 foram alface, cebolinha, couve e salsinha. Em parceria com a Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, alinhado à Política Municipal de Agricultura Urbana, só neste ano, foram plantadas 146 mudas nas hortas de instituições da rede municipal.
“As escolas escolhem essas espécies porque elas têm um ciclo de vida mais curto, o que permite que a criança acompanhe todo o processo e faça a colheita mais rápida. Além disso, são plantas com um alto valor nutritivo. O resultado da horta enriquece a merenda escolar e, como a produção costuma ser muito boa, os alunos ainda levam as hortaliças para casa, compartilhando o alimento com a família”, explica Mariza Carvalho, coordenadora do projeto EcoEscola e membro da gerência de educação integral da Smed.
Segundo ela, a relação entre os estudantes e as hortas é transformadora, já que muitos dos estudantes vivem em contextos urbanos, onde quase não existe o contato direto com a terra ou com as plantas.
Da horta à mesa
Na Escola Municipal Júlia Paraíso, da regional da Pampulha, a horta é parte importante da vivência dos estudantes. A professora Roselene Maria, coordenadora do projeto, afirma ter percebido resultados positivos no comportamento alimentar dos estudantes desde que passaram a acompanhar o crescimento das plantinhas. “Os resultados do Projeto Horta são positivos e alcançamos todos os objetivos propostos. As crianças não rejeitam nenhum tipo de alimento oferecido e recebemos muitos elogios das famílias pelo trabalho desenvolvido”, afirma.
De acordo com a educadora, cerca de 380 alunos participam diariamente da oficina e outros 150 estão aguardando vaga para participarem do programa, que atende a crianças do 1º ao 5º ano do fundamental, de 6 a 12 anos.
Sementes
A coordenadora do projeto Horta dos Sabores, na Emei Santa Cruz, da regional Nordeste, disse que o objetivo do projeto é transformar o ambiente escolar em um espaço de aprendizagem mais inclusivo e sustentável, desenvolver o amor pela terra e incentivar a alimentação saudável.
Com cerca de 200 participantes, o projeto tem sido um verdadeiro sucesso entre os pequenos, que atuam diretamente na manutenção das hortaliças. “A gente tem um carinho muito grande pela nossa horta. Estamos agora cuidando dos canteiros novamente e fazendo novas plantações, junto com as crianças”, afirma Walquiria Almeida, coordenadora pedagógica da escola.
Na unidade, os estudantes cultivam alface, couve, almeirão, cebolinha, beterraba, mostarda, salsinha e coentro, além de algumas frutas, como mamão e morango. “Escolhemos essas opções por serem culturas de fácil manejo e adaptação, ciclo rápido, fácil cultivo em vasos e em solo, colheita contínua e saudável", disse a coordenadora da unidade.
As escolas municipais e as da rede parceira interessadas na criação e manutenção de hortas escolares e compostagem devem solicitar o fornecimento de mudas de hortaliças, adubos e orientação pelo formulário presente na página do Programa EcoEscola BH.
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