Pular para o conteúdo principal

BRAVO!

Um grupo de jovens de Lavras, no Sul e Minas, formou uma banda há quatro anos. O que seria uma brincadeira de adolescentes ganhou corpo e a banda está se projetando de forma extraordinária. É o Cecília Bravo, antigo Dona Inácia. A partir de fevereiro de 2010 a banda, que estava de férias desde o fim do ano passado, retomou suas atividades e vem com grandes novidades. Após a saída do guitarrista e fundador da banda Gustavo Balet - nosso amigo e parceiro por mais de 3 anos - o Cecília Bravo agora é formado por Gustavo 'Gold' nos vocais, André 'Tideh' na bateria, Stéfano no violão, Leandrinho no contra-baixo, Marcelo 'Vakones' assumindo a guitarra e o mais novo integrante, Ariel nas harmônicas.

A banda, criada para tocar em festas de amigos, deixou a garagem e ganhou a região. Com seu estilo inconfundível de tocar pop/rock, o Cecília Bravo é presença garantida nos palcos de Lavras e da região nos finais de semana. Além de músicas consagradas, o Cecília Bravo possui um repertório próprio. Quatro músicas são conhecidas do público: Olhos Verdes, Sozinha no Bar, Desencanto e A Culpa. São músicas compostas por Stéfano e Gold. A banda lavrense já tem até público no exterior. O conhecido locutor de rádio, Kelvin Reis, tem contato com uma emissora de rádio na cidade do Porto em Portugal. Kelvin enviou as músicas da banda para a rádio Jornal FM de Além Mar. Hoje as músicas são executadas com freqüência na emissora lusitana.

O Cecília Bravo, em sua formação como Dona Inácia, já tocou em eventos juntamente com bandas conhecidas como Biquíni Cavadão, Rastapé e Nando Reis. Com shows em Lavras, Varginha, Formiga, São João Del Rei, Poços de Caldas, São Thomé e outras cidades da região, a banda vem se revelando cada dia mais no cenário musical.
Contato: contato@ceciliabravo.com.br
Telefone: (35) 8863-5424
MSN: bandaceciliabravo@hotmail.com
Acesse o site: http://www.ceciliabravo.com.br/

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

BOLSONARO CONDENADO

Nesta quinta-feira (11), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria, condenar os oito réus do Núcleo 1 da ação penal 2668, a trama golpista. A AP 2668 tem como réus os oito integrantes do Núcleo 1 da tentativa de golpe, ou “Núcleo Crucial”, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR): o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF; o general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro (réu-colaborador); o ex-presidente da República Jair Bolsonaro; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa. A acusação envolveu os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de E...

TOMBAMENTO DE CARRETA

Tombou, agora, uma carreta de cerveja na Rodovia Fernão Dias (BR-3821), na pista sentido Belo Horizonte, no km 721, na região de Carmo da Cachoeira. A faixa da esquerda está interditada em os ambos sentidos. No momento, trânsito está fluindo sem lentidão. Motorista sem ferimentos graves. Imagens @transitofernaodias *Por Sebastião Filho 

TJMG CONFIRMA DANO MORAL PARA TRANSEXUAL QUE SOFREU PRECONCEITO DURANTE EXAME DO SUS EM NAZARENO

Uma mulher transexual que realizou exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Nazareno, no Campo das Vertentes, relatou ter sofrido constrangimento por não ter seu nome social respeitado durante o atendimento. O caso, que aconteceu no ano de 2017, foi analisado pela Justiça de Minas Gerais, que reconheceu a ocorrência de dano moral e manteve a responsabilização do Município de Nazareno. Segundo o processo, a paciente afirmou que, durante o atendimento para coleta de sangue, funcionários desconsideraram seu nome social e utilizaram seu nome de registro civil, apesar de a identificação social constar em documentos do SUS e no pedido médico. A ação foi ajuizada após o episódio ocorrido em um serviço de saúde vinculado ao município. Ao analisar o recurso, a 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais concluiu que houve violação ao direito à identidade de gênero da autora. Os desembargadores destacaram que o nome social já constava no Cartão Nacional de Saúde, na requisição méd...