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OS RASTROS DA CONSLADEL EM POUSO ALEGRE




Matérias do jornal A Tribuna, da TV Uai, e cerca de 1.500 documentos que deram origem à denúncia contra a licitação da Consladel na Câmara Municipal de Pouso Alegre, no Sul de Minas, fazem parte hoje de arquivos de vários orgãos de investigação. São matérias veiculadas com fotos e documentos e nunca contestadas pela gestão de Agnaldo Perugini (PT). Sob investigação da promotora de Justiça Margarida Alvarenga, o caso Consladel de Pouso Alegre foi parar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Duas reuniões na terça-feira, 15, aprovaram requerimentos de audiências públicas relacionadas às licitações para implantações de radares.

Na Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas da Assembleia o requerimento é de autoria da comissão, por sugestão do deputado Célio Moreira (PSDB), que citou a reportagem veiculada no domingo pelo Fantástico, denunciando fraudes e cobrança de propinas em licitações de radares em outros estados, Célio Moreira afirmou ser necessário averiguar a situação em Minas ´para dar mais tranquilidade à população¨. Para o parlamentar, é preciso ainda dar conhecimento sobre as medidas cabíveis em caso de irregularidades, incluindo o cancelamento de multas.

Os cinco integrantes titulares da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte também apresentaram e aprovaram por unanimidade, requerimento para que a Assembleia Legislativa de crie uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar a instalação e a operação de radares no Estado. O deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), solicitou a realização de audiência pública para averiguar a instalação e operação de radares em Pouso Alegre.
da TV Uai

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