Pular para o conteúdo principal

COMPOSIÇÃO FERROVIÁRIA TEM NOVA EDIÇÃO EM JULHO

Duo Renato Motha e Patrícia Lobato têm carreira no Brasil e no Japão

A Composição Ferroviária traz no dia 1º de julho o duo Renato Motha e Patrícia Lobato, em Poços de Caldas, no Sul de Minas. É a 21ª edição do projeto e a terceira deste ano. O show vai ser na Estação Mogiana/Fepasa, a partir das 10h, com abertura de Zé Helder e Guilherme Cordeiro.

Apresentando uma obra em evolução com 14 álbuns e 2 DVDs, lançados em palcos do Brasil e do exterior, o duo de Minas Gerais transita por diversos gêneros, da canção brasileira aos kirtans indianos. 

Em 2017, o álbum “Dois em Pessoa – vol. II”, sobre a obra do poeta Fernando Pessoa, figurou entre os melhores da música brasileira no Japão.

Em sua trajetória, Motha foi premiado nacionalmente nas categorias revelação, compositor e cantor (Prêmio VISA 2000 e 2002, Festival TV Cultura 2005) e teve seu último álbum solo, “Menino de Barro”, abrindo a lista dos melhores do ano de 2014 do G1 Música, além de ter se apresentado ao lado de nomes como Ivan Lins, João Bosco, Guinga e César Camargo Mariano. 

Dentre suas canções, destaca-se “Menina da lua’, gravada por Maria Rita em seu álbum de estreia. Renato e Patrícia também receberam em 2010, da revista japonesa Latina, o prêmio de melhor álbum brasileiro pelo CD “In Mantra”, gravado ao vivo no Komyoji Temple, em Kamakura, no Japão.

O show de abertura será feito pelo violeiro Zé Helder, que se apresentará ao lado do baixista Guilherme Cordeiro, de Pouso Alegre. O repertório inclui serestas e músicas regionais e também territórios vanguardistas e experimentais.

A Composição Ferroviária é viabilizada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com patrocínio do DME. O evento tem apoio das secretarias municipais de Turismo e Cultura.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

BOLSONARO CONDENADO

Nesta quinta-feira (11), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria, condenar os oito réus do Núcleo 1 da ação penal 2668, a trama golpista. A AP 2668 tem como réus os oito integrantes do Núcleo 1 da tentativa de golpe, ou “Núcleo Crucial”, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR): o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF; o general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro (réu-colaborador); o ex-presidente da República Jair Bolsonaro; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa. A acusação envolveu os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de E...

TOMBAMENTO DE CARRETA

Tombou, agora, uma carreta de cerveja na Rodovia Fernão Dias (BR-3821), na pista sentido Belo Horizonte, no km 721, na região de Carmo da Cachoeira. A faixa da esquerda está interditada em os ambos sentidos. No momento, trânsito está fluindo sem lentidão. Motorista sem ferimentos graves. Imagens @transitofernaodias *Por Sebastião Filho 

TJMG CONFIRMA DANO MORAL PARA TRANSEXUAL QUE SOFREU PRECONCEITO DURANTE EXAME DO SUS EM NAZARENO

Uma mulher transexual que realizou exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Nazareno, no Campo das Vertentes, relatou ter sofrido constrangimento por não ter seu nome social respeitado durante o atendimento. O caso, que aconteceu no ano de 2017, foi analisado pela Justiça de Minas Gerais, que reconheceu a ocorrência de dano moral e manteve a responsabilização do Município de Nazareno. Segundo o processo, a paciente afirmou que, durante o atendimento para coleta de sangue, funcionários desconsideraram seu nome social e utilizaram seu nome de registro civil, apesar de a identificação social constar em documentos do SUS e no pedido médico. A ação foi ajuizada após o episódio ocorrido em um serviço de saúde vinculado ao município. Ao analisar o recurso, a 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais concluiu que houve violação ao direito à identidade de gênero da autora. Os desembargadores destacaram que o nome social já constava no Cartão Nacional de Saúde, na requisição méd...