Pular para o conteúdo principal

OUTUBRO ROSA COM ATIVIDADES GRATUITAS NO SENAC LAVRAS

Mês é marcado pela conscientização do câncer de mama

O Outubro Rosa é o mês de conscientização e prevenção do Câncer de Mama e do Colo do Útero. Motivado pelo tema, a unidade do Senac em Lavras (R. Cmte. Soares Júnior, 68 - Artur Bernades), montou uma programação para esse mês repleta de atividades gratuitas, que conta com oficina, roda de conversa e sorteios de brindes, entre os dias 7 e 27 de outubro.

A diretora do Senac em Lavras, Madelon Bueno Borges, explica que o tema precisa ser mais discutido entre o público feminino. “Os eventos foram pensados para contar com a participação de nossos alunos, técnicos em enfermagem e estética, de forma a capacitá-los para atendimentos humanizados, além de atender a demanda da sociedade por mais conhecimento em prevenção e orientação sobre saúde da mulher.

Prevenção
Câncer de Mama e do Colo do Útero, doenças que alcançam principalmente as mulheres, têm cura e quanto mais cedo for feito um diagnóstico, mais fácil o tratamento. Por isso, a importância desse movimento envolta do tema, para levar informação a muitas delas.

Outubro Rosa no Senac em Lavras - Programação

Dias 7 e 10 de Outubro
Carreta da beleza - Tema: Saúde da Mulher/ confecção de prótese mamária pelos alunos em crochê.

Dia 11 de Outubro
Ação educativa na praça Doutor Augusto Silva. Atividades: Atendimentos na área da saúde, orientações sobre o tema para a população e realização de procedimentos de Quick Massage.

Dias 20 e 21 de Outubro
Sorteio de atendimentos na área da Beleza.

Dia 25 de Outubro
Blitz educativa - Tema: Orientações e homenagem à Mulher.

Dia 27 de Outubro
Palestra e coffee break com alunos. Tema: Motivação e importância da Mulher

Serviço
Outubro Rosa no Senac em Lavras
Local: Rua Comandante Soares Jr, 68 - Arthur Bernardes
Dias: 7, 10, 11, 20, 21, 25 e 27 de outubro
Informações: WhatsApp (35) 2142-1900

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

BOLSONARO CONDENADO

Nesta quinta-feira (11), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria, condenar os oito réus do Núcleo 1 da ação penal 2668, a trama golpista. A AP 2668 tem como réus os oito integrantes do Núcleo 1 da tentativa de golpe, ou “Núcleo Crucial”, segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR): o deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin); o almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF; o general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro (réu-colaborador); o ex-presidente da República Jair Bolsonaro; o general Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e o general da reserva Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa. A acusação envolveu os crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de E...

TOMBAMENTO DE CARRETA

Tombou, agora, uma carreta de cerveja na Rodovia Fernão Dias (BR-3821), na pista sentido Belo Horizonte, no km 721, na região de Carmo da Cachoeira. A faixa da esquerda está interditada em os ambos sentidos. No momento, trânsito está fluindo sem lentidão. Motorista sem ferimentos graves. Imagens @transitofernaodias *Por Sebastião Filho 

TJMG CONFIRMA DANO MORAL PARA TRANSEXUAL QUE SOFREU PRECONCEITO DURANTE EXAME DO SUS EM NAZARENO

Uma mulher transexual que realizou exames pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Nazareno, no Campo das Vertentes, relatou ter sofrido constrangimento por não ter seu nome social respeitado durante o atendimento. O caso, que aconteceu no ano de 2017, foi analisado pela Justiça de Minas Gerais, que reconheceu a ocorrência de dano moral e manteve a responsabilização do Município de Nazareno. Segundo o processo, a paciente afirmou que, durante o atendimento para coleta de sangue, funcionários desconsideraram seu nome social e utilizaram seu nome de registro civil, apesar de a identificação social constar em documentos do SUS e no pedido médico. A ação foi ajuizada após o episódio ocorrido em um serviço de saúde vinculado ao município. Ao analisar o recurso, a 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais concluiu que houve violação ao direito à identidade de gênero da autora. Os desembargadores destacaram que o nome social já constava no Cartão Nacional de Saúde, na requisição méd...