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AUMENTA O NÍVEL DE CONFIANÇA DOS EMPRESÁRIOS DO CESUL


No dia 22 de julho o Conselho Empresarial do Sul de Minas (CESUL) realizou a sua 50ª reunião e nela foi aplicado o questionário sobre a confiança dos empresários. Os dados obtidos demonstram uma boa recuperação na confiança dos pesquisados, que apresentam uma visão otimista no contexto atual e na perspectiva futura.

O índice geral de confiança (obtido através da média entre a percepção atual e futura) resultou em 105,17 pontos, uma alta de 5,59 quando comparada com a pesquisa anterior. No que tange ao nível atual de confiança (referente ao 2° trimestre/2023) o índice ficou em 104,17 pontos, elevação de 5 pontos em comparação com a última sondagem. Já a perspectiva futura para o terceiro trimestre deste ano indicou resultado de 106,17 pontos com alta de 6,17 em relação à última pesquisa.

No contexto atual foi possível verificar que a percepção dos empresários está otimista em 4 quesitos (contratações, investimentos, segmento de atuação e vendas), com dois deles acima dos resultados da pesquisa anterior. Este destaque positivo fica com a recuperação dos investimentos e o segmento de atuação, o que pode indicar uma melhoria no ambiente de negócios. Dois quesitos permaneceram no campo negativo, são eles a inadimplência e economia nacional, sendo que o primeiro apresentou leve queda e o segundo uma considerável alta.

Quanto às perspectivas futuras para o terceiro trimestre de 2023, os empresários inqueridos demonstram otimismo também em quatro quesitos: contratações, investimentos, segmento de atuação e vendas. Destaque maior para a forte alta em vendas e investimentos, sendo que este último estava no campo negativo na avaliação anterior. Dois quesitos continuam no campo pessimista, porém acima do resultado passado, são eles inadimplência e economia nacional.

Os resultados apurados indicam uma boa melhora na confiança dos empresários do CESUL, principalmente no que se refere aos investimentos, que voltaram ao campo positivo, e à economia nacional que, mesmo mantendo-se no patamar negativo, ainda assim teve forte elevação. A queda na inflação, a aprovação do texto base da reforma tributária na Câmara dos Deputados e a melhora na previsão de alguns indicadores ajudam a explicar essa evolução no otimismo empresarial. No entanto, a inadimplência ainda é fator preocupante, tendo em vista o endividamento das famílias e o alto nível da taxa de juros.

No contexto externo ainda há fenômenos econômicos e geopolíticos que atravancam uma melhor recuperação mundial e que também influenciam as decisões locais. No curto prazo, o comportamento desses fatores, especialmente internos, será fundamental para que a confiança empresarial continue em crescimento.

Confira os relatórios completos clicando aqui.

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