A agenda deu continuidade às discussões sobre a Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), no trecho conhecido como Ferrovia do Café, sobre a malha ferroviária entre Minas Gerais e Rio de Janeiro. A proposta é recuperar e modernizar parte da infraestrutura ociosa da FCA em uma rota para escoar a produção cafeeira de Minas Gerais aos portos fluminenses, por meio da chamada Ferrovia do Café fortalecendo o trajeto para transportar produtos mineiros, especialmente o café, passando por importantes regiões produtoras e cidades como Varginha, Três Corações e Lavras, até os portos do Rio de Janeiro.
A utilização da ferrovia nos dois sentidos amplia as possibilidades de integração entre Minas Gerais e outros mercados. Além de facilitar o acesso da produção mineira aos portos e aos mercados consumidores, a estrutura pode ser utilizada para receber produtos e insumos destinados ao Estado, tornando a operação logística mais eficiente.
Esse movimento pode reduzir a dependência de alternativas de transporte com custos mais elevados, melhorar a distribuição de mercadorias e ampliar a competitividade dos produtos mineiros. Para o comércio, serviços, indústria, agronegócio e demais atividades econômicas, uma logística mais eficiente representa melhores condições para transportar, distribuir e comercializar produtos.
A reunião realizada na terça-feira (19/8) integra esse esforço de diálogo sobre o futuro da malha ferroviária e sobre o papel estratégico de Minas Gerais na conexão entre regiões produtoras, centros consumidores e portos brasileiros.
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