Durante a visita da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do Iphan, Deyvsson Gusmão, a São João del-Rei, irmandades, confrarias, ordens terceiras, artistas sacros e a Prefeitura entregaram uma carta que propõe o início dos estudos para incluir “São João del-Rei, cidade da arte sacra viva” na Lista Indicativa do Patrimônio Mundial do Brasil. A iniciativa busca reconhecer não apenas o conjunto arquitetônico e artístico barroco da cidade, mas a continuidade de suas tradições religiosas e culturais, mantidas por gerações por meio de procissões, música, sinos, celebrações, ofícios e saberes tradicionais.
A proposta destaca ainda a existência de uma cadeia criativa ligada à arte sacra, formada por artistas, artesãos, restauradores, ateliês e estabelecimentos especializados que continuam produzindo imagens, altares, pinturas, pratarias, bordados e outros elementos religiosos. O movimento também valoriza a contribuição de diferentes grupos sociais, especialmente africanos e afro-brasileiros, para a formação do barroco mineiro. Entre as ações previstas estão um inventário participativo do patrimônio, estudos comparativos e a avaliação da melhor forma de reconhecimento internacional, incluindo a possibilidade de um patrimônio cultural seriado.
O processo deverá envolver as comunidades detentoras, órgãos públicos, universidades, pesquisadores, músicos, sineiros e profissionais da arte sacra, garantindo que qualquer reconhecimento preserve os sentidos religiosos e comunitários do patrimônio. A proposta defende que o turismo e a valorização internacional não transformem a fé em espetáculo, mas contribuam para manter viva a tradição. Assim, São João del-Rei pretende iniciar sua trajetória rumo ao Patrimônio Mundial da UNESCO como uma cidade onde o barroco não é apenas preservado, mas continuamente praticado, produzido e transmitido.
A proposta destaca ainda a existência de uma cadeia criativa ligada à arte sacra, formada por artistas, artesãos, restauradores, ateliês e estabelecimentos especializados que continuam produzindo imagens, altares, pinturas, pratarias, bordados e outros elementos religiosos. O movimento também valoriza a contribuição de diferentes grupos sociais, especialmente africanos e afro-brasileiros, para a formação do barroco mineiro. Entre as ações previstas estão um inventário participativo do patrimônio, estudos comparativos e a avaliação da melhor forma de reconhecimento internacional, incluindo a possibilidade de um patrimônio cultural seriado.
O processo deverá envolver as comunidades detentoras, órgãos públicos, universidades, pesquisadores, músicos, sineiros e profissionais da arte sacra, garantindo que qualquer reconhecimento preserve os sentidos religiosos e comunitários do patrimônio. A proposta defende que o turismo e a valorização internacional não transformem a fé em espetáculo, mas contribuam para manter viva a tradição. Assim, São João del-Rei pretende iniciar sua trajetória rumo ao Patrimônio Mundial da UNESCO como uma cidade onde o barroco não é apenas preservado, mas continuamente praticado, produzido e transmitido.
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