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UFLA NÃO TERÁ QUE RESPONDER SUBSIDIARIAMENTE POR ACORDO DO QUAL NÃO PARTICIPOU

A Universidade Federal de Lavras (UFLA) foi isenta de responder subsidiariamente por um acordo celebrado entre um trabalhador e uma empresa prestadora de serviços, por não ter se obrigado a qualquer parcela pactuada. A decisão é dos julgadores da Décima Primeira Turma do TRT de Minas, no julgamento do recurso do ente público, que, no caso, atuou como tomador dos serviços. O trabalhador e a empregadora celebraram um primeiro acordo, o qual foi descumprido. Eles então celebraram um segundo acordo, no qual ficou combinado o pagamento de R$ 11.250,00, em três parcelas iguais de R$ 3.750,00. Na transação, homologada pelo juízo da 1ª Vara do Trabalho de Barbacena, foi previsto que, caso a empregadora não pagasse o acordo, o processo retornaria à fase atual. Como o segundo acordo também não foi cumprido, deu-se início à fase de execução. Mas, para o desembargador relator Marco Antônio Paulinelli de Carvalho, a obrigação estipulada na avença não pode alcançar a universidade, tomadora dos servi...

CÂMARA APROVA MP DO CONTRATO VERDE E AMARELO QUE INCENTIVA EMPREGOS NO BRASIL

Lafayette de Andrada vota favoravelmente A Câmara dos Deputados aprovou essa semana a Medida Provisória MP 905/19, que cria o contrato de trabalho Verde e Amarelo e incentiva a criação e manutenção de empregos no Brasil. O deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) votou favoravelmente à matéria.  “Essa é mais uma medida provisória que vai ajudar os trabalhadores e empregadores brasileiros em meio a essa crise de pandemia mundial. Estamos ajudando o Governo Federal e manter empregos, criando legislações que auxiliem os empregadores a conseguir arcar com as despesas dos seus negócios, sem demitir ninguém”, explica Lafayette. Entre outros pontos, o texto prevê incentivo para o primeiro emprego, com a redução de encargos trabalhistas; considera acidente de trabalho no percurso casa-emprego somente se ocorrer no transporte do empregador; e coloca acordos coletivos acima de jurisprudência e súmulas do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O programa Verde e Amare...

VICE-PRESIDENTE DA ANAMATRA COMENTA DECLARAÇÕES DE BOLSONARO

Para juíza Noemia Porto, Brasil não pode retroceder no campo dos direitos sociais e trabalhistas A vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Noemia Porto, comentou a declaração do presidente de extrema direita Jair Bolsonaro (PSL), sobre o possível fim da Justiça do Trabalho. Segundo ela, “não se imagina que o Brasil possa descumprir tratados internacionais, com os quais se comprometeu, no sentido de que não exista retrocesso no campo dos direitos sociais trabalhistas”.  Diante do questionamento levantado pelo presidente Bolsonaro quanto ao, segundo ele, elevado número de ações trabalhistas, Noemia Porto afirma que “o número de ações trabalhistas referido pelo presidente da República não tem nenhuma relação com os direitos que são garantidos aos cidadãos trabalhadores ou à existência da Justiça do Trabalho, e sim com uma cultura que precisa ser revista de descumprimento desses direitos”. Já em nota oficial, a Anamatra ...